segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Grão de arroz

Tropecei hoje, sem querer, nesta canção que não ouvia há anos. É de 1954.
E lembrei-me que era daqueles pedaços de canções que a minha mãe me cantava, era eu pequenina...
Querem ouvir ou, sei lá, relembrar?




19 comentários:

  1. Não conhecia mas gostei de ouvir. É sempre recordar a Amália.

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  2. Recordar Amália é sempre um gosto.
    Beijinhos

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  3. Bonita canção de Amália! Em 1954 ela dizia: "Quando o amor vier, seja o que Deus quiser..." Como as "coisas" mudaram!...

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  4. Lembro-me de a ouvir na nossa 'telefonia', quando era pequenina - como um grão de arroz - na Emissora Nacional, ainda no tempo em que podia ir para o monti da minha tia Ana e contemplava, durante o trajecto feito a «pedantes», a vasta planície alentejana!
    A minha Mãe adorava a Amália...e a dita telefonia tocava o dia inteiro. Aquilo era uma romaria lá em casa na hora da radionovela....
    Acho que é apenas no teu cantinho que, de quando em vez, regresso à minha doce infância!
    Obrigada, por isso, Graça!

    Um beijinho.

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    1. Fico feliz por isso, querida Janita!

      Lembras-te das novelas do Tide?!....

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    2. :))) Acho que sim!

      Havia um narrador que dava início à novela radiofónica, sempre com um grande ênfase, anunciando o episódio, num tom de voz que soavam, aos nossos ouvidos, como pancadas de Molière..:) ( isto são considerações actuais:)) )
      "Teatro Tide apresenta..." Seguia-se o nome da novela.

      Acho que a 'Simplesmente Maria' já foi mais tarde! Eheheh

      :-)


      Beijo

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  5. "Ai!, quando o amor vier
    seja o que Deus quiser"

    Parece-me que ainda me ressoa...

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    1. E ressoa! Uma voz como só a Amália sabia projetar.

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  6. Arroz carolino ou agulha ?!...
    Desculpe Graça , adorei recordar as minhas tias e mãe a cantar esta canção.
    M.A.A.

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    1. Acho que nessa altura só havia o arroz carolino....

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  7. Esta senhora é uma monumento.
    Não me lembro de ter ouvido este tema até hoje, foi com agrado que o ouvi. Enquanto escutava pensava como seria ter a Amália de quarenta anos, agora, em confronto com as novas vozes do fado.

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    1. Ela tinha um "vozeirão"! Um timbre e um "grito" fora do comum nas nossas fadistas. (E a irmã Celeste também, mas esta ficou na sombra dela...)

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  8. Não quero mentir, mas tenho a impressão que nunca tinha ouvido...

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    1. É natural... o menino é mais novo do que eu....

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  9. Que bem me lembro de ouvir isto !!! ... O meu pai adorava-a e "ensinou-me a gostar" dela e do Fado !

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  10. Já eu não digo o mesmo. Gosto de alguns fados, mas não do fado em geral. Gostos, né?!

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