sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

As mulhéris

Para o fim de semana deixo-vos com este pensamento profundo.





24 comentários:

  1. Pois eu estou como o outro que diante disto apenas dizia:
    - Que dirão elas depois disto mesmo...?

    ResponderEliminar
  2. Pensamento profundo do profundo Alentejo.
    Melhor que um alentejano ... só dois alentejanos.
    Bom fim de semana, Graça.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ou três.... Gosto muito do Alentejo e dos alentejanos.

      Eliminar
  3. Os Alentejanos são uns sábios! La Palice não diria melhor..

    ResponderEliminar
  4. Com mulheri não sei se ria se chore :))

    beijinho e bom fim de semana

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É p'ra riri, amiga Fê..... que seria deles sem nós!!

      Eliminar
  5. ahahah... Perfeitamente de acordo ! :)) ... O que seria de nós sem as/os alentejanas/os ?... rsrs

    Bom fim de semana Graça ! :))

    ResponderEliminar
  6. Sou suspeita Graça!

    Bom fim de semana, beijinho

    ResponderEliminar
  7. Sabedoria destilada à sombra de um chaparro lisboeta ou mesmo mais para cima.
    Os compadres passam muito tempo a discorrer sobre a sua existência daí elevada taxa de suicídio existente naquelas bandas. O que lhes falta?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Como os ilhéus, sentem-se sós, circunscritos e suicidam-se.

      Eliminar
  8. as mulheres, MESMO QUANDO NÃO FAZEM FALTA são indispensáveis...

    por uma vez não concordo com os alentejanos...

    beijo

    ResponderEliminar
  9. Digo o mesmo dos homens e não sou alentejana!... :)

    Beijo

    ResponderEliminar
  10. Como boa alentejana que sou, nã concordo com eles, os compadris!

    A gente faz SEMPRE falta, pois atão!!

    Beijinhos Graça, por mais esta 'posta' engraçada, à qual cheguei tarde...vim devagarinho...mas cheguei!! :))

    *

    ResponderEliminar
  11. Não tens corpo, nem pátria, nem família,
    Não te curvas ao jugo dos tiranos.
    Não tens preço na terra dos humanos,
    Nem o tempo te rói.
    És a essência dos anos,
    O que vem e o que foi.

    És a carne dos desuses,
    O sorriso das pedras,
    E a candura do instinto.
    És aquele alimento
    De quem, farto de pão, anda faminto.

    És a graça da vida em toda a parte,
    Ou em arte,
    Ou em simples verdade.
    És o cravo vermelho,
    Ou a moça no espelho,
    Que depois de te ver se persuade.

    És um verso perfeito
    Que traz consigo a força do que diz.
    És o jeito
    Que tem, antes de mestre, o aprendiz.

    És a beleza, enfim. És o teu nome.
    Um milagre, uma luz, uma harmonia,
    Uma linha sem traço…
    Mas sem corpo, sem pátria e sem família,
    Tudo repousa em paz no teu regaço.

    "A Beleza" em "Odes"

    Torga era um Excelente Escritor. Não entendo porque motivo não conseguimos (queremos!) adaptar obras da nossa literatura para as "novelas" ou para o teatro de Televisão ! :((

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Concordo!!! Mas nós somos assim! É sempre melhor o que vem de fora!

      Eliminar
  12. E mai nada!
    Ah, Alentejanos!...
    Saudações poéticas!

    ResponderEliminar