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quarta-feira, 28 de março de 2012

Exposição neo realista


Fui dar com a exposição do centenário do nascimento dos escritores neo realistas Alves Redol e Manuel da Fonseca no átrio da Biblioteca Municipal de Leiria. A exposição divide-se em duas partes: os enormes e belos cartazes sobre Alves Redol  vindos do Museu do Neo-realismo de Vila Franca de Xira e um recanto dedicado a fotografias de Manuel da Fonseca alusivas à sua vida e obra.

Vou deixar aqui o testemunho possível dessa exposição pedindo desculpa desde já pela quantidade de fotografias já que se me torna difícil fazer uma seleção da seleção...

 

 

 
Foto antiga de Santiago do Cacém, cidade natal de Manuel da Fonseca

 
M. F. em criança

 
Ilustração de Maria Campaniça


Poema Problema


O seu primeiro livro de poemas (1940)



Aldeia Nova - um dos livros de que mais gostei de ler.
Alves Redol


 
 
 


 


 

 
Constantino, o Guardador de Vacas e de Sonhos
(livro que as minhas amigas Kinkas, Rosa dos Ventos e eu própria lemos com os alunos do 7º ano nos anos 80)



























terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Catarse - ou talvez não


Parte II (continuação - ou talvez não - do texto de ontem)


Tudo fui fazendo dentro das minhas possibilidades e das minhas limitações, com mais ou menos entusiasmo, com mais ou menos resultados. Mas o mais humilhante, o mais ignóbil de todos os “exames” a que me submeti, foi aquela entrevista a que o decreto-lei 75/2008 – diploma cheio de incongruências, diga-se, que denunciei em devido tempo e a quem de direito – obriga no concurso ao cargo de diretor de escola ou agrupamento de escolas. O júri foi o conselho geral do agrupamento que, como sabem, é constituído por representantes de professores, de pais, de funcionários, dos autarcas e da sociedade civil. E a presidente do dito conselho, colega sem a força e sem o saber necessários para “ter mão” numa assembleia daquelas, deu todo o poder da entrevista a um paizinho (desculpem a ironia, mas é mesmo um paizinho: pequenino no tamanho físico e não só) só porque tem uma daquelas licenciaturas em gestão, de recursos humanos ou coisa parecida. Digo-vos: coitados dos recursos humanos que se veem obrigados a ser geridos por ele, que deve ser um pequeno ditadorzinho daqueles que estão a aparecer nos tempos que correm. O senhor já tinha decidido (porque tudo fora pré “cozinhado”) que o diretor do agrupamento não ia ser eu e, por isso portou-se da forma mais deseducada e pequenina (tão pequenino como ele) que podem calcular: bocejou, fechou os olhos, deixou cair a cabeça, enquanto eu falava e “embirrou” com a minha forma de falar sobre “liderança” – um daqueles conceitos americanos que tanto gostamos de importar, como “assertividade” e “mediação” e “sinergias” e “benchmarking” e análises SWOT e sei lá o que mais que o senhor gestor de recursos leu nos livros lá no ISLA ou não sei onde. 

 Bom, mas o paizinho gestor decidiu convencer parte do grupo que o outro candidato, muito menos experiente e menos habilitado para o cargo, é que era o tal da liderança!


 

E o tal da liderança é o que, entre muitos outros desastres de que eu talvez venha a falar aqui, já promoveu acareações entre pais queixosos e professores apontados pelas queixas, tomando o partido dos pais, naturalmente; é o que atafulhou o pavilhão gimnodesportivo com mobiliário antigo vindo da secundária requalificada; é o que – espante-se! – fecha a Biblioteca durante três dias durante a Semana da Leitura que foi marcada a nível concelhio para lá receber os senhores inspetores da avaliação externa; é o que – espantem-se ainda mais! – vai realizar a Feira do Livro da escola, que é uma tradição das boas daquela escola desde os idos de 80, da forma mais invulgar e disparatada: os alunos poderão, se quiserem, dirigir-se a uma livraria da cidade, que até nem está próxima da escola, fazem prova de que são alunos do agrupamento e têm direito a 15% de desconto nas compras. Para promoção da leitura, diga-se que é, no mínimo, original…

(Desfrutando a Biblioteca)

 Alguém devia dizer àquele paizinho pequenino que, para se der diretor de um agrupamento de escolas – onde há alunos! – não chega saber papaguear umas coisas sobre liderança (e jactância…)  É preciso ter conhecimento, saber de experiência feito, pedagogia, abertura ao outro, entusiasmo no trabalho e, mais do que tudo, sensibilidade para as coisas da educação. E isso, garanto-vos, não vem escrito nos livros de gestão.
  


(Uma verdadeira Exposição/Feira do Livro)




domingo, 29 de janeiro de 2012

A minha Elisinha


Que bela tarde de sábado passámos ontem a minha neta e eu! Fomos à Hora do Conto na Biblioteca Municipal ouvir contar uma história (sobre isso hei de falar noutra altura) e que feliz que ea ficou quando, ao chegarmos, encontrou duas amiguinhas da sua escola!

Estiveram a pintar para fazer tempo.




Depois da hora do conto, ainda brincou mais com as amiguinhas




E ainda pintou mais sobre a história que ouviram.



Depois fomos lanchar à Praça Rodrigues Lobo e aí ela ainda deu uns passinhos de dança!













Bom fora que o dia de hoje tivesse corrido com a mesma alegria! 
Com toda a sua vivacidade, foi, depois do almoço, andar na sua bicicleta, caiu e... partiu o bracinho direito.
Está no hospital onde já a operaram e lhe puseram gesso. Vai lá passar a noite, devendo sair apenas na 3ª feira.
Que triste como as coisas acontecem assim, de um momento para o outro!


sábado, 28 de janeiro de 2012

Biblioteca Afonso Lopes Vieira



Li no jornal que se podia visitar a Sala Afonso Lopes Vieira com o espólio que o autor doou à Biblioteca Municipal que tem o seu nome, desde que se comprometessem a manter a sua sala-biblioteca tal qual estava na sua bela casa em S. Pedro de Moel.

Informei-me e lá fui eu ontem, numa visita guiada realizada para uma turma de aluna de uma escola da região, visitar a sala-museu.

A Biblioteca Municipal está instalada numa casa antiga remodelada para este fim, no Terreiro, lindo largo do chamado centro histórico da cidade, cheio de casas vetustas umas remodeladas, outras nem por isso.




Edifício da Biblioteca Municipal

Edifício da Biblioteca- vista lateral



Retrato do poeta
Secretária do poeta

Mesa com os seus livros editados
Contador

Caixa de correspondência do poeta


Cartilha Maternal de João de Deus












Poema manuscrito


Quando puderem vão visitar esta sala-museu onde só falta a varanda sobre o alteroso mar de S. Pedro, de onde Afonso Lopes Vieira conseguia ver e escrever sobre este País de Bruma.