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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 29 de maio de 2017

JFK - centenário do seu nascimento

Fiquei a saber que passam hoje 100 anos sobre o nascimento do grande homem, John Fitzgerald Kennedy, grande presidente dos Estados Unidos da América cuja vida foi bárbara e precocemente ceifada aos 46 anos, no segundo ano do seu forte e carismático mandato. 

Os homens de grande visão são sempre invejados e mais ou menos violentamente afastados pelos seus adversários. Tem sido assim ao longo da História do mundo. 

Em jeito de homenagem ficam aqui algumas fotos de alguns dos melhores momentos da vida do Presidente JFK.

Tomada de posse em 20 de Janeiro de 1961

Trabalhando na Sala Oval

Com os filhos na Sala Oval

Com o filho John John

Com os irmãos Robert e Ted

O 2º mais velho de nove irmãos

No dia do seu casamento com Jackie, em Setembro de
1953

Recebido em Dallas na véspera do seu assassinato

Dallas no dia do seu assassinato

Pouco antes do fim...

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Insultos

Os órgãos de comunicação e as redes sociais não se cansaram de divulgar ontem o insulto que uma senhora Pamela qualquer (não, não é essa das mamas grandes das Marés Vivas – é outra que deve ter os miolos ainda mais pequeninos do que os da nadadora-salvadora da série) decerto uma das tantas apoiantes de Trump, escreveu no facebook:  “Vai ser tão revigorante ter uma primeira-dama elegante, bonita, digna primeira-dama de volta à Casa Branca. Estou farta de ver um macaco de saltos altos”.

Não é preciso acrescentar mais nada, pois não?! Esta é uma pequeníssima amostra do estilo de pessoas – não vou chamar-lhes “macacos” porque isso poderia parecer um enorme insulto aos pobres símios – que apoiaram e votaram naquele homenzinho de melena oxigenada que se tornou no próximo presidente dos Estados Unidos.

A propósito, transcrevo um texto do passado dia 10 que li no blog Aspirina B e que considero muito bom para o caso de o quererem ler.

United Deplorables of America

«Os EUA escolheram ser governados por quem se gaba de fugir aos impostos, ser trapaceiro nos negócios, prejudicar minorias, reduzir as mulheres à condição de fêmeas à disposição do macho e mentir sistematicamente. Podemos concluir com algum grau de certeza que a escolha não foi feita apesar destas características mas por causa delas. A explicação, como já disse o Eduardo Lourenço, está na televisão.

Tal como num outro país numa galáxia distante onde também uma super-vedeta da televisão foi escolhida como presidente principalmente por causa do seu poder mediático, o que a levou a manter esse estatuto quase até ao período eleitoral e a ter feito uma campanha despolitizada e despolitizante de forma a usar a sua fama para levar a luta eleitoral para o terreno da popularidade, assim nos EUA uma vedeta mediática de primeira grandeza entregou-se a um exercício donde sairia sempre vencedora, especialmente se perdesse as eleições ou nem sequer fosse nomeada candidata. O que tinha a fazer era só aparecer no circo da política a fazer o que já estava fartinha de fazer no circo do show business: dar espectáculo. Um tipo de espectáculo que há décadas, séculos e milénios tem ubíqua prática, e que podemos ver perto de nós na sua industrialização máxima com as seitas religiosa de bandeira cristã. O discurso dos pregadores obedece a esquemas testados com milhões de pessoas e apenas tem de se ser adaptado a outro conteúdo caso se pretenda usar a fórmula para obter uma audiência no campo político. Foi isso que fez Trump, usando uma retórica maniqueísta e alucinada onde o ódio foi instrumental para o tipo de marketing em causa. A iliteracia e alienação cívica da plateia que se formou para assistir ao seu número alimenta-se de fantasias para consumo imediato, seja um mar que se abre para fugir aos egípcios ou um muro que se levanta para fugir dos mexicanos. Porém, ao contrário de Hitler e quejandos, em Trump não há um pingo de ideologia, antes tudo se limitando ao simulacro, oportunismo e fruição. Ou seja, tudo se oferecendo à descodificação pelos instrumentos cognitivos do seu público, um público que em vez de um político a quem responsabilizamos pelos seus actos e palavras estava mesmo interessado em continuar a ver um palhaço na TV que tem licença para brincar aos racistas, xenófobos, misóginos, tiranos e crápulas. Porque nele tudo é simples, divertido, de final feliz e com repetição garantida semana a semana.

Estas eleições serão estudadas durante anos. Há tantos pontos de vista à disposição quantas as cabeças interessadas em explicar um fenómeno verdadeiramente maravilhoso. Algo equivalente a termos visto Roma invadida pelos bárbaros. Só que aqui a barbárie nasceu da civilização, da democracia, da liberdade, do voto. Essa a maravilha das maravilhas, pois a nação de Lincoln e de Roosevelt tem todo o direito a inscrever Trump na sua História como representante de um certo tempo e de um certo modo de conceber a comunidade. Trump não é menos legítimo do que Obama. E não é mais legítimo do que quem lhe suceder, quem sabe se já daqui por 4 anos ou menos.

Correu tudo ao contrário do que os Democratas esperaram: a sua celebrada máquina no terreno foi incrivelmente insuficiente, os afro-americanos não se preocuparam em garantir o legado de Obama, os hispânicos não se assustaram com Trump, e as mulheres americanas talvez gostem de tipos com a pinta e os modos dos patos-bravos. Para além disso, a operação russa através do Wikileaks e, em especial, a golpada do FBI mostram que foi preciso reunir este mundo e o outro para derrotar Hillary.»



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Uma mão cheia de lugares comuns

O Sr. Trump ganhou as eleições para a presidência dos Estados Unidos da América.

Depois de uma campanha eleitoral vergonhosa em que debitou toda a espécie de baboseiras e vilanias, o Sr. Trump ganhou as eleições para a presidência dos Estados Unidos da América.

Não aprendemos nada com a História (do século XX).

Num estado democrático o povo é soberano.

O povo é quem mais ordena. (Será?)

A democracia é o pior de todos os sistemas políticos com exceção dos outros todos.

Peace and love! Paz e amor!

Último, mas não por último: os americanos lá aguentaram ter um presidente preto. Mas uma mulher? Depois de um presidente preto? Não. Seria de mais!




terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Passagem de Ano

Quem não sonhou alguma vez fazer uma passagem de ano numa cidade como esta?

Ui!!




domingo, 13 de setembro de 2015

The Lady is a Tramp

Isto das associações de ideias tem muito que se lhe diga. São piores que as redes sociais... Não se sabe bem como se dão, nem o motivo por que se dão. Enredam-se a partir de pensamentos, de sensações, de palavras... Esta, de hoje, tem a ver com a(s) palavra(s).

De cada vez que oiço falar de Donald Trump - e, ultimamente, tem-se ouvido falar muito dele pelas razões menos boas - momentaneamente, vêm-me à cabeça dois pensamentos - um bonito e outro nem por isso. 

Começo pelo feio que é o primeiro que me assalta a mente: «O homem é mesmo uma trampa!»

Mas logo, logo, o registo de pensamento muda e lembro-me daquela canção belíssima interpretada bem à sua maneira por Ella Fitzgerald nos anos 30 do século passado e que se chama «The Lady is a Tramp».

Curiosamente, a palavra «tramp» (que é a que se refere à senhora da canção) tem uma conotação menos boa. significa  «vagabundo», um «desalinhado», enquanto a palavra «trump» (que é o nome do candidato à presidência dos EUA) significa «trunfo» que, no meu entender, nada tem a ver com o homem em questão.

Bom, mas para animar a semana dos meus amigos, vou deixar duas excelentes versões da canção - que os americanos podem nem sempre ser muito bons a escolher presidentes, mas em termos de espetáculo, de cantar, de dançar, aí ninguém os bate...

Espero que gostem - eu nem sei dizer qual me agrada mais.











domingo, 5 de agosto de 2012

Marilyn


Já faz (hoje) 50 anos que morreu a sex-symbol americana Marilyn Monroe. Não que fosse uma atriz ou uma cantora por aí além, mas foi e é um ícone de sensualidade e de beleza nos padrões dos meados do século XX que continua a atrair pela sua beleza e pela candura que guardava no olhar.

Foi uma criança infeliz, uma jovem infeliz, uma mulher incompreendida que acabou por ter um final tragicamente infeliz.

Uma estátua gigante de Marilyn (Forever Marilyn) exposta em Chicago, a cidade dos ventos, no ano passado, que era bastante visitada e apreciada pelos turistas mas que acabou por ser retirada depois de ter causado polémica por os turistas se apinharem por baixo da sua saia enfunada pelo vento espreitando-lhe os interiores - que puritanos são os americanos!... - encontrando-se atualmente em Palm Springs, na Califórnia.






Relembro o poema de Ruy Belo "Na Morte de Marilyn" que já aqui transcrevi.