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sábado, 20 de junho de 2020

É Verão

Celebremos o Verão 

  • Com a bela imagem do solstício no monumento megalítico




  • Com Sophia
Primeiro vem Janeiro
Suas longínquas metas
São Julho e são Agosto
Luz de sal e de setas

A praia onde o vento
Desfralda as barracas
E vira os guarda-sóis
Ficou na infância antiga
Cuja memória passa
Pela rua à tarde
Como uma cantiga

O verão onde hoje moro
É mais duro e mais quente
Perdeu-se a frescura
Do verão adolescente

Aqui onde estou
Entre cal e sal
Sob o peso do sol
Nenhuma folha bole
Na manhã parada
E o mar é de metal
Como um peixe-espada.

In O nome das Coisas, 1977

***

PRINCÍPIO DE VERÃO

Largos longos doces horizontes
A desdobrada luz ao fim da tarde
Um ar de praia nas ruas da cidade
Secreto sabor a rosa e nardo arde

 in| "Ilhas",1989


  • Com música
 A clássica...




... e a louca...






Nem sei o que vão preferir...
                                    ... talvez isto...





sábado, 22 de junho de 2019

Summertime

É sempre uma enorme tentação de cada vez que chega o Verão - recordar a lendária canção «Summertime» que integra a ópera «Porgy and Bess» escrita por G. Gershwin nos anos 30 do século passado. 

As bandas de jazz trataram-na, adaptaram-na e logo se tornou um enorme sucesso. Como melhor a conhecemos é pelo saxofone de  Louis Armstrong e na voz da Ella Fitzgerald.

Mas hoje vou deixá-la aqui nesta versão anterior.



Se bem que o original na peça de teatro era este - que é uma verdadeira delícia.

Ora deliciem-se!




domingo, 15 de julho de 2018

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Canção de Verão

Quem se lembra dos Roupa Nova?
(conheci-os pela minha filha mais velha...)

Já do Verão ninguém de esquece...

Vamos (re)lembrar?




quarta-feira, 20 de junho de 2018

Ao Verão

Na passagem de 22 anos sobre o desaparecimento do grande poeta David Mourão-Ferreira e celebrando a chegada do Verão (o solstício ocorrerá amanhã, pelas onze horas e poucos minutos) transcrevo o poema

Ao Verão

De frutos e de azul, que doirada mistura!
Eu já vira este corpo… Aonde, se não fora

A minha juventude? Assim eu a sonhara:
quisera, em sua face, a minha trasmudada!

Quão errado cresci! Outra foi a escultura
que o destino preferiu…  – Mas o Verão continua

e a criança que fui, paciente, a exumar
o tempo da Beleza, oculto ao pé do mar.


David Mourão-Ferreira

Obra Poética, Editorial Presença





quinta-feira, 21 de julho de 2016

Para que não restem dúvidas...

Para evitar confusões trágicas...aquele fatinho de banho verde água ali atrás não é o meu. É da minha filha mais velha com menos 27 anos e menos uns bons centímetros de cintura do que eu...

O meu é mais escuro e... mais amplo...

Se não, vejam:





Diferenças substanciais...

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Estilos...

Aqui dá para tudo...

Para dançar o zumba... Vejam aí o meu Zezito na primeira linha todo entusiasmado.



As meninas preferem dedicar-se à leitura.




O Eduardo é mais jogar à bola!



Uma rica vida!!

domingo, 3 de julho de 2016

Chaminés alentejanas

Ao contrário do que aconteceu nos dois últimos anos, este Verão não vai haver Melides para nós. O Alentejo e até mesmo Melides, a Vila, está a praticar os preços elevados do Algarve e, se bem que as suas praias na chamada Costa Vicentina sejam lindas, lindas, a neblina faz a sua aparição de tule sobre os areais enquanto a água do mar fica fria e revoltosa com o vento que muitas vezes sopra de Norte.

Mas faz pena não voltar a ver aquela paisagem plana e loira, aquela luz de brilho contundente que se nos reflete na alma, aquelas casas brancas de cal debruadas de azul que aparecem atarracadas por debaixo daquelas enormes, largas e pesadas chaminés com a data da construção. Muito típicas, muito caraterísticas.

Deixo aqui algumas da zona de Melides.




















E que me dizem destas que encontrei mais tarde?



segunda-feira, 20 de junho de 2016

Verão!

O Verão este ano chegou umas horas mais cedo e veio cá com uma força!! 30 graus aqui em Leiria. Vamos ver é por quanto tempo, porque o clima tem andado por de mais incerto, cheio de altos e baixos.


E, logo de manhã, o Sol já estava tão forte que a gataria cá de casa não sabia onde mais havia de procurar sombra...








Aproveitemos o Verão! Num abrir e fechar de olhos temos aí o Natal...

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Último dia de Verão

Mesmo sabendo que virão ainda muitos dias de Sol e de calor, não podemos deixar de nos despedirmos do Verão. 

Para trás ficam imagens como estas:















E sempre me vem à memória aquela canção romântica dos inícios da adolescência «Quand vien la fin de l'étè sur la plage...»



Adeus, Verão!
Até para o ano!!

sábado, 22 de agosto de 2015

Passeio de Verão

Que tal um passeio por um parque lindo e fresco num dia quente de Agosto?

Lindo e fresco é, sem dúvida. E cheio de potencialidades. Mas algo mal cuidado. Uma pena!

Fomos às Caldas da Rainha ver museus, um dos quais está situado bem no centro do Parque.



E a presença dos Pavilhões construídos para a instalação do hospital termal das Caldas, velhos de um século e que - à portuguesa - foram abandonados sem que algumas vez tivessem chegado a funcionar como hospital.




























Um parque destes em Londres estaria muito mais bem cuidado e muito mais aproveitado. Disso não tenhamos dúvidas.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Leituras de Verão

(daqui)

Foi hábito que me ficou de há anos.

No tempo em que trabalhava (muito!) na e para a “minha” escola, naqueles anos loucos (mas completos!) da direção, tirava apenas duas semanas de férias no Verão, para ir para a praia – que não me imagino a passar um ano sem ter uns bons dias de praia – e aproveitava para ler os livros que pudesse. Nada melhor que «fazer as férias do lagarto» deitada ao sol/à sombra a ler!

Este ano a «produção» foi bem profícua!

Terminei o livro «Meninas» de Maria Teresa Horta – que vai merecer um texto à parte, de tão bem escrito, de tão poético, de tão violento!

Emprestaram-me «Quando Lisboa tremeu» de Domingos Amaral em que entrei com agrado por se tratar de um romance histórico. São quase 500 páginas mais de romance do que de histórico. Mas lê-se bem e rápido – daquela escrita torrencial, com grande profusão de diálogos (não sei como há imaginação para tanto!) numa linguagem simples e corrida que por vezes não consegue evitar um ou outro erro de pontuação e um ou outro lapso de ortografia – e diverte, entretém.

No mesmo «pacote» de empréstimo, vinha «O Retrato da Mãe de Hitler», do mesmo autor, que pretende ser a continuação de «Enquanto Salazar dormia», que li há anos e até achei bom, mas que mais não é senão mais um daqueles best-sellers vulgares, longos e chatos, à volta de uma história de amor do tempo da 2ª Guerra contada em intermináveis flashbacks (analepses, em português). Nada de espacial.

«O Verão Quente» - também de Domingos Amaral (juro que não tenho percentagem nas compras!...) – é bem melhor em termos históricos: versa a época do PREC, no pós 25 de Abril entrelaçada por uma história do tipo policial que acelera no leitor a vontade de chegar ao final do livro. Bem melhor que o anterior, se bem que o autor exagere na forma como aborda o sexo – e não se pense que estou aqui armada em pudica… - algo excessivo e, muitas vezes, desadequado. Mas gostei. Tenho para mim que muito do que é dito sobre os acontecimentos de Abril – e muito é dito – saíram diretamente da boca do Professor Freitas do Amaral, pai do autor.

Para distrair de Domingos do Amaral, li, pelo meio, o excelente livro «O Retorno», de Dulce Maria Cardoso, este sim, um verdadeiro romance histórico, com muito mais de histórico do que de romance, muito bem escrito, que retrata a penosa época do regresso forçado das pessoas que viviam e tinham as suas vidas estabelecidas nas ex-colónias e que se viram, de um momento para o outro, transferidas para uma terra desconhecida, quase inóspita – embora tenha sido feito o (im)possível para absorver todos esses concidadãos – muitas vezes com pouco mais do que a roupa que traziam no corpo e numa malinha. De leitura (quase) obrigatória!

Ah! E ainda consegui ler uma antologia de (bons) textos (quase poéticos) de António Tabucchi, recentemente editada pela D. Quixote e que comprei porque inclui também o breve romance «Os três últimos Dias de Fernando Pessoa» escrito em 1995. Deu-me logo vontade de reler «O Ano da Morte de Ricardo Reis», o livro de Saramago de que mais gostei!

Hei de fazê-lo!

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Cuidado com os espirros!!

Oi, minha gente!!!

Só um «olá» para dizer que por aqui está Verão mesmo! 

Mas... cuidado com as constipações de Verão! Podem ter efeitos inesperados...


Boa praia por aí!!!

domingo, 21 de junho de 2015

O dia mais longo

Celebra-se hoje o solstício do verão no hemisfério norte: entra o verão e é o dia mais longo do ano. 

A propósito lembro-me sempre do filme O Dia mais Longo que passou aí por 62. Daqueles filmes inolvidáveis pela temática, pelas interpretações, pela força, pela emoção. Afinal ainda nem vinte anos tinham passado sobre o segundo evento mais mortífero em meio século na Europa.

E é importante que não o esqueçamos! Porque, num mundo perigoso e arrepiante como é aquele em que atualmente vivemos, não podemos garantir que não volte a acontecer.

Fica a música, por de mais conhecida - uma marcha vigorosa e de esperança - nas suas versões americana e francesa.








sábado, 2 de agosto de 2014

Gaba-te, cesto!

Não se pode dizer que a rapariga tivesse mau gosto! E tinha apenas 16 anos.

Foi da primeira vez que viemos passar férias à Nazaré. Verão de 1964. Duas semanas em Agosto. Ainda não se vestia bikini por cá, nem o meu pai me deixaria alguma vez usá-los. Mas eu queria muito um fato de banho diferente, que arrasasse! E então imaginei um com uma alça apenas e com riscas enviesadas que descessem do lado da alça para baixo.

E aí “obriguei” a minha mãe a ir comigo procurar o fato de banho que tinha imaginado por tudo quanto era loja desde o Chiado até ao Rossio. (Era das poucas coisas em que a minha mãe me fazia as vontades: nas farpelas. Se calhar porque ela própria sempre gostou de se vestir bem…)

Quanto a encontrar o fato de banho de uma alça só, nada! E nem me escusei de ver na cara de algumas empregadas (nesse tempo não se chamavam «colaboradoras»…) um ar de espanto ou de troça, sei lá, quando lhes falava na peça de uma alça só.

Acabei por comprar um fato de banho lindo! azul escuro, de cintura descida com cintinho de malha e fivela de metal de onde subiam umas riscas encarnado escuro enviesadas que iam morrer nas alças. Nas duas, claro!

Não dá para ver bem porque a fotografia é antiga, pequena e a preto e branco, mas era muito elegante.



Ora todas estas lembranças me vieram à cabeça quando hoje, ao folhear o jornal, vi na rubrica “Moda de praia: novidades ‘made in Portugal’” esta maravilha de fato de banho!



Digam lá se a miúda tinha ou não tinha bom gosto?!... Só lhe faltam as riscas enviesadas... Além de que é muito mais caro...



domingo, 20 de julho de 2014

Comportamentos

Como é hábito dizer-se e apesar de fugir dos lugares comuns, “a tradição já não é o que era”. Apesar de ser míope de nascença, quase associal e de a minha acuidade auditiva estar a desgastar-se, não consigo deixar de dar conta dos comportamentos de alguns “companheiros de férias” especialmente enquanto se movem (ou não) dentro de água.

Não vou aqui deter-me a falar do que significava ir à piscina nos idos de 50 ou de 60 porque muitos dos meus simpáticos leitores, bem mais novos do que eu, poderiam pensar que eu estava a inventar. De facto, nesse tempo, grande parte para não dizer todos os divertimentos ou cuidados da saúde física e mental eram vistos como um luxo a que apenas a «casta superior» tinha acesso e não é preciso dizer mais nada.

Não há necessidade porém de remontar a meados do século passado para pensarmos em belos mergulhos, boas braçadas e até em alguns jogos e brincadeiras quando de uma ida à piscina se tratava. Claro que as piscinas, como tantas e tantas outras instalações ou serviços que ainda há pouco tempo eram um certo privilégio, agora – felizmente – se vulgarizaram, mas daí a serem usados como espaço de café…

Há dias, enquanto desfrutava da temperatura amena e calma da água e me refastelava boiando e nadando devagarinho, fui reparando:

  • Um grupo de “trintinhas”, do género metrossexuais, com mais um “cinquentão” a armar em “trintinha” discutiam vigorosamente a forma como faziam a barba «de baixo para cima»; «ai, eu não: é de cima para baixo e só no pescoço é que…»; «mas eu descobri uma máquina da marca Bic (ou não sei qual) que é muito suave»; «e eu comprei uma Wilkinson de que não gostei nada!» E assim estiveram e se mantiveram…
  • Outro grupo de “quarentinhas mais do que “trintinhas” do tipo «eu é que sei disto» debatia afanosamente os preços maravilhosamente baixos que tinham conseguido para comprarem os electrodomésticos com que tinham renovado as suas casas.
  • Uma jovem mamã, meio metida dentro de água, falava alegremente ao telemóvel (quando será que nascemos já com um telemóvel implantado para podermos estar sempre ligados?) enquanto uma adolescente já com idade de universitária se sentava em pose, barriga encolhidinha, à beira da piscina, pernas dentro de água, enquanto fazia uma “selfie” certamente para pôr no facebook, sei lá!
  • Por último, se bem que não em último, uma mãe de família que não se sentia muito à vontade fora de pé e para cima de quem o filho mais novo se atirou em força, berrou desajeitadamente, assustando o filho transgressor e a filha mais velha, o que atraiu o pai de família para dentro de água admoestando filho e mãe com a voz mais metálica que se possa imaginar que, atendendo à sua figura menos que mediana, não consegui entender onde ia buscar um tal nível de decibéis …

Comportamentos modernos, parece… Mas fazer de uma piscina destas espaço de café não dá...



sexta-feira, 11 de julho de 2014

Eu gosto é do verão!

Aí vamos nós!




Amanhã, em correndo tudo bem, estaremos por estas paragens.

Viva o Sol! Viva o Mar!





Mas conto ir aparecendo por aqui...

Até!!
Beijinhos e abraços.