terça-feira, 4 de novembro de 2014

Histórias de gatos

São por de mais conhecidas de quem passa por aqui as minhas histórias com gatos. Entre Junho e Julho passados perdi dois dos meus gatos. O Socas, o meu Soquinhas, que não conseguiu superar uma insuficiência renal, aguentou pouco mais de três semanas e adormeceu, ou melhor, foi adormecido antes de irmos de férias.



Quando regressámos das férias no Algarve, dei conta que o Lourinho – aquele gatão amarelo que nos entrara pela casa dentro, pela porta da frente, antes do Natal – tinha desaparecido.



Ora na semana passada, uma vizinha aqui da rua telefonou-me a dizer que o meu gato amarelo estava ao pé da casa dela. Não dei grande fé do sucedido, mas passado pouco tempo, apareceu-me aqui à porta seguida de um lindo gatão amarelo que, logo à segunda vista, percebi não se tratar do nosso Lourinho.



A questão é que, tal como o outro fizera, também este nos entrou pela casa dentro, pela porta da frente, direto à cozinha para se servir dos “secos” que sempre tenho na taça.

E nunca mais daqui saiu… Muito meiguinho, com hábitos de higiene muito bem aprendidos, só quer festinhas e não faz questão de ir ao quintal. Gosta mesmo de estar em casa. Se possível, em cima das camas…




Só eu!

27 comentários:

  1. Tão bom :) Ai como ele vai ser feliz contigo!
    Parecia-me mesmo o Lourinho, já escolheste o nome?

    Boa semana Graça.

    Beijinho e uma flor

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    1. Os meus netos queriam que fosse Lourinho II, mas as mães não quiseram. E como ele é muito mimalho e só gosta de festinhas, ficou Mimo.

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  2. Então... que seja bem-vindo, pois a "mordomia" está perfeita!
    Abraço.

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    1. Eheheheh.... cá em casa os gatos são reis, Célia....

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  3. Gracinhamiga

    A minha terceira filha/nora adora gatos. Por isso +e fácil dar-lhe uma prenda de aniversário outra de Natal.

    Temos-lhe gatos de todas as qualidades, feitios e origens, de Goa, da Austrália do Brasil e da Venezuela e muitos mais. De metal marchetado, de loiça fina, de peluche, esculpidos em madeira, pintados e não sei que mais.

    Ela chama-se Estela e o marido meu terceiro filho é Luís Carlos - e não têm filhos, não sei porquê, não me meto (nos metemos) na vida deles e são felizes.

    Um dia decidiram ter um gato verdadeiro com esqueleto e tudo. Mas ao fim de um mês e meio - e já foi muito - decidiram doá-lo a um amigo seu companheiro na Faculdade de Direito. "Dá muito trabalho e quebra tudo o que é possível e até o impossível, bem como a privacidade a que estamos habituados...

    Todos os outros, os de fingimento não chateiam..." rrrsss

    Qjs

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    1. Para além dos que fazem miau e ronrom, também tenho muitos de madeira, porcelana, vidro... e esses, de facto, não dão trabalho nenhum. Basta limpar-se-lhes o pó...

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  4. Quando aparecer o gatarrão amarelo, Lourinho, haverá lugar para os dois!

    Que gato resiste a tanto aconchego e com o frio a bater à porta?

    Quem gosta assim tanto de gatos, só pode ter bom coração. Eles sabem disso!

    Um beijinho e um festa no Malhadinho! :)

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    1. Já não volta, coitadinho! Sabe-se lá o que lhe aconteceu.

      Obrigada pela observação tão querida... Beijinhos

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  5. Onde são bem tratados ficam, Graça.
    Já anteriormente contei, uma gata vadia que a minha mãe alimentava, e que estava grávida, fez-nos a surpresa de aparecer uma manhã à porta da nossa casa com os gatinhos todos deitados no tapete.
    Carinho e instinto de sobrevivência.
    Beijinhos

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    1. São uns fofos e gostam de nos adoptar, Pedro!

      Beijinhos.

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  6. O lourinho II terá sido encaminhado pelo pai ou tratar-se-à do finorio depois de estadiado em clínica de rejuvenescimento ?

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  7. Como sabes eu sou mais cães, embora ao longo da nossa caminhada, minha e da minha companheira os gatos tenham sido parte ativa, faz muito tempo que já não há gatos, mas as saudades e a vontade de ter já começam a ser muitas.
    Ternurenta, a tua história, fez-me lembrar a minha "Bichinha" que um dia me entrou na porta da sala, numa tarde de verão muito calorenta, e se foi deitar ao meu lado no sofá, ficou lá até ao fim dos seus dias, partiu e deixou muitas saudades.

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  8. Nem me fales!
    Ontem fomos com a Nina, a gata que nos resta, ao veterinário!
    Lá terá que ser operada e já sabemos como a história irá terminar, espero que ela ainda consiga durar mais uns anos...
    Lembro-me de ter dormido com o teu Dodot...:)

    Abraço

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    1. Ui! Isso foi já há tantos anos!! Que vergonha.... Recebemos uma visita em casa e o raço do gato mete-se com a visita na cama....

      (Boas melhoras da Nina!)

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  9. Para quem detestava gatos , eu , e me ouvir falar agora deles , ou endoidei , ou envelheci...não interessa.
    Tenho a gata Mimi talvez desde 1998 , já foi várias vezes ao veterinário , já não tem dentes caninos , mas tem um entendimento dos nossos hábitos que impressiona.Não sai de casa , tem o pêlo como seda , é siamesa e dorme na cave com uma lâmpada de aquecimento , sim , aqui já faz frio , e hoje mesmo vou trocar a cama dela , uf que mordomia , por enchimento de edredon...
    Como o nosso cão labrador morreu há um ano a enorme casota está a ser usada por 2 gatos que por aqui apareceram , o caramelo e o mico , baptizados pela minha neta.. São mesmo histórias de gatos , mas nunca mais andaram por aí ratos no quintal nem a meterem-se no motor dos carros como aconteceu no inverno passado., nem pombas que só sujavam.
    M.A.A.

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    1. Adorei saber essas histórias de amor, M. A. A.
      Afinal, são de carne e osso como nós!

      Beijinhos e ronrons...

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  10. Tão fofo!
    Espero que um dia, receba uma visita dessas.

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    1. Agora não convém... tenho dois "senhores" que estão naquela fase da vida de que precisam de cuidados especiais.
      O Kibon já tem 14 aninhos e o Tejo está a chegar aos 10.

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  12. O Lourinho é muito bonito. Gosto de gatos !!!

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  13. Vá lá que esse é um gatão que não ocupa muito espaço na cama. LOL!!!

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  14. Que coisa mais fofa! deve ser uma sensação boa, perder um e vir outro mesmo que por engano.
    Bjs

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