quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Geração do Basta!

Oiçam com atenção! Está muito bom!



quarta-feira, 8 de junho de 2011

Feira Tradicional


Como não podia deixar de ser, lá fui espreitar a Feira anual da "minha" escola. Grande animação! Muitas banquinhas e tendinhas com produtos de toda a ordem. Vendia-se de tudo: desde ovos e coelhos vivos até marcadores de livros e copinhos de cheiro. Ah! E havia pão com chouriço cozido por lá. Jogos, exposições, música ao vivo, teatro e Mimos. Daqueles que se movem atrás de nós, no maior silêncio, fazendo os gestos e os movimentos mais elegantes e expressivos que se possa imaginar.

Deixo aqui algumas imagens que podem falar por mim.






Tenda das flores e dos legumes

...onde não falta o bom pepino

Tenda de bolos


Tenda das frutas e do chocolate

Às compras

As crianças do 1º ciclo

E música!

Jogos de concentração

e jogos populares - o jogo do rato (que estava bem assustado, coitadinho!)


Uma mesa de Legos


E as senhoras do Lar com quem uma turma tem uma parceria
também estiveram presentes




E professoras vestidas a rigor!

Grandes alunos! Grandes professores!


terça-feira, 7 de junho de 2011

Tocante...





Não acham mesmo tocante? O olhar ternurento com que o PR abençoa o "pupilo"...
Vem-me à cabeça uma frase que a minha avó (espanhola) usava muito: "Deus os cria e eles se juntam..."

E penso, cá no meu íntimo, que o F. Sá-Carneiro, lá onde estiver, é capaz de estar a pensar: "Oh meu Deus, não era estes que eu queria para a minha maioria, o meu governo, o meu presidente..."


Feira Tradicional



Amanhã, lá na "minha" Escola, volta a haver, como nos últimos anos, a Feira franca de alimentos frescos e artefactos feitos por alunos e professores, de ateliers, de exposição de trabalhos e mostra de actividades.

Costuma ser uma iniciativa muito conseguida pelo que fica aqui o convite para irem dar uma espreitadinha - pelo menos os meus queridos leitores qque moram por aqui.



segunda-feira, 6 de junho de 2011

O ano do Coelho




 


Esta é a era do Coelho. O horóscopo chinês 2011 em Coelho traz-nos um ano calmo que, atendendo a que vem após o ano de 2010 gerado por Tigre, que é muito mais cheio de mudanças e alterações em nossas vidas, não deixa de ser uma boa alternativa para reflectir, para descansar, para reforçar ideias ou seguir com calma nas metas empenhadas no ano passado.

O bom gosto e refinamento brilharão em tudo e as pessoas reconhecerão que a persuasão é melhor do que a força. Uma época harmoniosa em que a diplomacia, as relações internacionais e a política darão um grande passo outra vez. Agir-se-á com discrição e far-se-ão concessões razoáveis sem demasiada dificuldade.


A lei e a ordem serão as máximas deste ano; as regras e os regulamentos deverão ser cumpridos. No entanto, ninguém parece incomodar-se muito com estas realidades desagradáveis. Estão mais ocupados em se apreciar ou simplesmente a fazer coisas fáceis. O cenário é quieto e calmo, deteriorando-se ao ponto de provocar sonolência. Nós todos teremos uma tendência para pôr de lado as tarefas desagradáveis por um período o mais longo possível.

Pode ganhar-se dinheiro sem muito trabalho. O nosso estilo de vida será lânguido e cheio de lazer. Pode parecer-nos possível ser feliz sem demasiados cuidados. Será ganho dinheiro sem muito esforço.

Foi o que eu li nas previsões da Maya. E deve ter havido muito mais gente a ler também...

domingo, 5 de junho de 2011

Escolhas por imagens



A querida Tite desafiou-me a deixar aqui expressas por imagens 10 coisas de que eu realmente gosto e eu lembrei-me destas. Se calhar, se fosse noutro dia lembrar-me-ia de outras. Mas hoje são estas e não vão por ordem porque isso seria uma (outra) dor de cabeça. Dou-me um bocado mal com escolhas abolutas. Sou algo volúvel...

A família, antes de tudo!

A nossa "casucha"

Ir de férias para a praia

Gatos - especialmente os meus!


Sintra - a minha terra do coração.


 The Beatles e a música de raiz anglo-saxónica


 Hummm, o Natal!


Gosto de livros e de ler


Ir às compras (a Lisboa...)


... e de viajar!


Agora vou passar esta brincadeira para a Casa da Mariquinhas, para Tinta com Pinta, para Horizonte sem Horas, para o António do Dispersamente, para a Sonhadora dos enigmas,  e para as Chicas de Mamãe. Ah! E para a Portuguesa mais canadiana do Canadá, a Contempladora Ocidental.

Vamos ver as surpresas que eles nos reservam...


Em dia de reflexão




Para distrair da desastrada campanha eleitoral e das injustiças da vida, meti-me, logo de manhã na livraria grande do shopping para bisbilhotar sem horas todo o recanto da literatura portuguesa. É que lá posso ver e mexer e tirar os livros que muito bem me apetece e sentar-me a folhear, a ler e a magicar sem ter nenhuma daquelas jovens simpáticas (ou não) atrás de mim a perguntar se me podem ajudar.

A intenção era procurar o que havia da obra do discreto Manuel António Pina que discretamente recebeu há dias o Prémio Camões e que eu – ignorante e inculta – apenas conhecia das belíssimas crónicas dos jornais. Lá encontrei a colectânea das ditas crónicas algumas das quais fui lendo ou relendo, apreciando-lhes a sintaxe e a fina ironia. Quanto à poesia que desconhecia por completo e de que, quanto sei, há mais do que uma antologia, nada encontrei. Compreendo, porque a poesia custa mais a “sair” do que qualquer outro género literário, mesmo assim, depois de consultada uma das tais jovens simpáticas, que nesta livraria, para meu agrado, se apagam a um canto, lá encontrei um livrinho de 1999 da Assírio & Alvim chamado “Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança” com uma vintena de poemas e alguma prosa – que será de certo poética – sempre, ou quase, subordinados à(s) palavra(s) que me parece ser o leit motiv deste autor. Tive de o trazer...

O pior é que, entretanto, os olhos não paravam de varrer todo aquele espaço de autores portugueses e (re) encontrei o livro “Rever Portugal” de Jorge de Sena com aqueles “textos políticos e afins” que ele escreveu entre 1959 e 1978 e, como eu que dou tudo para esquadrinhar o meu querido século XX – o melhor de todos os séculos! – especialmente quando descrito por autores que reverenciam a nossa língua, não resisti!

E aquelas mil e tal páginas que a Maria Teresa Horta – grande senhora da língua portuguesa – escreveu sobre a Marquesa de Alorna e que chamou “As luzes de Leonor”? Lá que se trata de um romance, não há dúvida – está lá escrito na capa. Mas o de história, de filosofia, de poesia, de conhecimentos, de sentimentos filtrados, que nos serão transmitidos por toda aquela miríade de palavras e de frases que não sei como há talento e arte para serem escritas!

Agora o que me encantou ainda mais – ou não, sei lá! – foi (mais) uma obra do Professor Carlos Reis que, por acaso, já é de 2008, mas que eu – ignorante e inculta – ainda não tinha visto e que se chama Introdução aos Estudos Literários, da Almedina. Trata da literatura como instituição e da linguagem literária, da criação poética, dos géneros literários e eu sei lá o que mais! O que eu gostava de ler esse estudo! Mas a esse, resisti! (Por enquanto...)

Lembrei-me da minha mãe há uns – muitos – anos atrás, quando em tempo de “vacas magras” cá por casa, me ralhou, uma vez que comprei mais uns dicionários de inglês, dizendo no tom autoritário que lhe era característico: “Não tens um casaco comprido de jeito e foste comprar mais dicionários!”