Decalcada na belíssima Bohemian Rhapsody dos míticos Queen, não se resiste a ver e rever e divulgar esta Bethlemian Rhapsody que, de forma bem divertida, relembra o nascimento de Jesus.
Se não conhecem, não percam. (só lamento que as legendas não sejam em português)
O DN - agora apenas semanário - está a trazer-nos à memória textos do Natal de outros tempos.
Esta ilustração a preto e branco foi publicada no DN de 25 de Dezembro de 1928 e, com desenho do ilustrador e pintor modernista Bernardo Marques (1898 - 1962) e texto da escritora Fernanda de Castro (1900 - 1994), mostra-nos os brinquedos que faziam as delícias das crianças daquele tempo.
De notar a ingenuidade dos versos que eram, de igual forma, dedicados às crianças...
Por uma forte ironia do destino, o autor de uma das mais emblemáticas canções modernas de Natal, George Michael, partiu - dizem que serenamente - no próprio dia de Natal.
Jovem de mais para partir, digo eu. Só que o coração não avisa, nem nos desperta antes de partirmos...
(Para saber mais, ver em https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Michael
O meu neto mais novo, que já vai
fazer seis anos, ainda acredita mesmo no Pai Natal. Escreveu-lhe uma carta a
pedir não sei que brinquedos e andou a anunciar a toda a família os pedidos todos,
um dos quais era um Transformer – seja isso lá o que for… - e queixava-se
amargamente que não tinha um Transformer, como se fosse o único miúdo à face da
Terra que não tivesse uma geringonça dessas (passe o termo…)
Claro que aqui a avozinha foi
logo à procura do dito – whatever that
might be… - e toca de comprar um (de dois que restavam).
Ontem à noite, quando o ganapo
viu o dito Transformer, (que é horrível, só vos digo!) ficou em transe! Mas
vira-se para os pais e diz aflito:
«Então e agora se o Pai Natal
deixa outro Transformer lá em nossa casa?!»
Os pais riram-se e o primo, do
alto da sua sabedoria de oito anos acabados de fazer, mas com a dúvida ainda a
rolar-lhe no branco dos olhos, disse para nós quase em surdina:
«O Pai Natal não existe…»
Mas já o outro, com aquele toque
pragmático de um verdadeiro aquariano, encolhia os ombros, dizendo:
Nunca é de mais desejar Boas Festas aos amigos - virtuais e os outro. Por isso, em véspera de Consoada, e já com muitos afazeres em casa, aqui vos deixo, com todo o carinho e com votos de Amor e Paz, o presépio de Leiria que, este ano, foi moldado por gente habilidosa, algumas das quais minhas ex-colegas.
É um presépio muito original, já que conta com os monumentos mais conhecidos da cidade. Espero que gostem.
Ontem foi dia de assistir a concertos de Natal "familiares":
dos 70 anos do Orfeão de Leiria, no Mosteiro da Batalha e em que a minha neta já participou;
e, à noite, o concerto de Natal aqui na "minha" freguesia, pela Filarmónica de São Tiago de Marrazes com o coro de uma freguesia vizinha dirigidos pelo maestro Paulo Clemente, meu camarada autárquico.
De enaltecer o trabalho das Escolas de Música de Leiria - que já são muitas e de grande qualidade - dos seus professores e dirigentes, bem como o interesse das famílias que tanto se esforçam para que as suas crianças aprendam música. Ainda há poucos anos nada disto era possível.
Quem disse que o 25 de Abril não trouxe nada de bom?!
Neste belíssimo cenário (que as famílias encheram até lá atrás):
E ali está ela: a segunda da esquerda; á espera de atura...
À noite, foi assim:
Tivemos a Glória de Vivaldi e a Missa Brevis de Jacob de Haan e também cânticos de Natal.
Uma vez mais a gratidão do público que encheu a Igreja a esta prenda graciosa que nos «encheu o sapatinho»...