Uma das "minhas" canções do Álbum Branco (1968) dos "meus queridos" Quatro Fabulosos. Sempre me vem à memória de cada vez que sinto aquele imenso «Cansaço» de que fala Álvaro de Campos.
E hoje trago-a aqui porque é mesmo assim que me sinto...
Hoje dei-me «ao desfrute» de (re)ver o filme Pretty Woman dos idos de 90 com o jovem e lindo Richard Gere (Uh!) e a esbelta Julia Roberts, a do sorriso romântico.
Gostei de (re)ver - quem não gosta de ver um conto de fadas? Mas do que gostei mesmo, mesmo foi de voltar a ouvir a canção - uma das minhas canções - Oh, Pretty Woman, na sua versão original de 1964, pelo seu compositor . cantautor, como se diz agora - Roy Orbison.
Lembram-se dele?
Deixo ainda mais outro enorme êxito de Roy Orbison (1936 - 1988) - You Got It.
(Peço desculpa aos meus amigos bloggers por não responder aos vossos comentários, nem comentar nos vossos blogs. Isto deve-se à imensa demora na publicação dos comentários.)
Mais um ano que passa sobre o nascimento de Elvis Presley e mais uma vez - como de costume neste espaço - aqui fica a lembrança daquele que revolucionou a música rock e a prestação dos seus cantores em palco. Mais uma vez aqui fica a lembrança de uma das vozes mais bonitas (e dos homens mais bonitos) da música norte americana.
Este era o "meu Elvis".
Mas esta era, sem dúvida, a minha canção do Elvis! A mais bela. A mais romântica. A mais bem interpretada. A que mais me dizia...
Esta canção, que é das minhas favoritas, e então com o entusiasmo com que é cantada e tocada, vai diretinha para o meu/nosso amigo Ricardo Santos que faz aninhos hoje e é um tremendo fã de jazz...
Foi-me recordado por um amigo daqueles tempos. Foi um daqueles cantores que "apaixonou" as meninas dos anos 50, com aquela carinha inocente, aqueles olhos muito azuis e aquela voz tão docemente romântica, tão apreciada à época.
Deixo-vos com uma canção romanticamente bela.
E depois com outra mais «country» e talvez mais vossa conhecida - «Hello, Mary Lou»
Ontem, depois de um jantar de amigos, de onde saí algo acabrunhada - culpa minha por certo - lembrei uma canção dos inícios de 60, uma das minhas canções, cuja letra (e toada) nunca pude esquecer por tão verdadeira. De facto, "na vida tudo passa"....
Ainda me arrisco a deixar Setembro chegar ao fim sem publicar esta canção deliciosamente romântica sobre o mês em que as folhas das árvores se tornam amarelas, vermelhas, castanhas...
Jáa publiquei em vários Setembros, mas quando chega outro Setembro, não resisto e vou à procura de outras versões.
Hoje deixo-a na voz quente de Ella Fitzgerld.
E depois... outra vez com o Sinatra... com letra - que a letra é toda ela deliciosa.
(Quando nos começamos a repetir,e porque deve estar na hora de fecharmos o blog...
Naqueles tempos ainda não tinham "inventado" a tão propalada auto estima... senão a minha estaria nos negativos. Nos tempos da adolescência,(e ainda hoje...) eu movia-me muito entre a elevação e o desnível do humor - mais este do que aquele, para falar verdade.
E, nos dias em que (não interessa lembrar os motivos) me sentia muito, muito pequenina, refugiava-me nesta canção.
Hoje (não interessam os motivos) também me senti muito pequenina e... lembrei-me da canção.
Fui à procura dela no incansável YouTube e, para além da versão dos Beatles, que era a que eu ouvia naquele tempo, encontrei uma versão anterior por uma girls band que eu desconhecia e outra mais moderna na voz poderosa de Adele.
Ficam aqui todas e, se tiverem paciência para as ouvir, falem das vossas preferências.
Uma - entre outras, muitas - parceria que deu belos frutos. Este é um deles. A lindíssima canção «A Barca dos Amantes» com a música dolente de Milton Nascimento e a letra romântica do nosso Sérgio Godinho.
Hoje lembrei-me de vo-la deixar aqui na interpretação de um e de outro. Lindo mesmo é quando a cantam a par, mas não encontrei o vídeo.
Não resisto! Todos os anos pelo Verão me vem à lembrança e ao "trauteio" a alegria jovem e provocante desta musiquinha dos nossos inquietantes sixties jovialmente interpretada por Cliff Richard acompanhado pelos Shadows.
Os meus amigos - rapaziada da minha idade - bem se lembra dela e de outras que pertenceram à banda sonora do filme «Mocidade em Férias».
Não é a primeira vez que a passo aqui, mas é isso: não resisto!!
E... deixa cá uma saudade dos doces anos adolescentes!!
Não há como me levar a mal esta minha "nostalgia da adolescência"...
Também Fernando Pessoa - e Álvaro de Campos e Bernardo Soares - escreveram tantos e tão belostextos estando-lhes subjacente uma profunda «nostalgia de infância» e ninguém lhe leva a mal por isso...
Enjoy your Summer holiday ! (que é como quem diz:)
Não foi só militarmente que o 25 de Abril começou a ser preparado muito tempo antes. Os poetas, os escritores e pensadores, a música, a arte em geral, começaram como puderam, conforme lhes era permitido, a rasgar passagens, a quebrar barreiras, a abrir brechas nos pensamentos.
Ary dos Santos e alguns amigos quase se apossaram do Festival da RTP passando mensagens algo subliminares que foram ficando no ouvido e, aos pouco, agitando ideias.
Escolhi para hoje os meus preferid(íssim)os.
A Festa da Vida quase poderia ser cantada no dia a seguir ao 25 de Abril.
Cavalo à solta a mais bela, a minha preferidíssima...
A Canção de Madrugar cantada no Festival por Hugo Mais Loureiro, mas mais bem conseguida na versão de Carlos do Carmo, que aqui fica.
E depois do adeus - a última antes do mítico dia 25 e que serviu de senha para o "ataque".
E muitas outras mais que serviram o mesmo desígnio e não cabem no espaço de uma publicação deste tipo.
Nascido a 18 de Outubro de 1926, em Saint Louis, Missouri, foi um dos pioneiros do rock and roll, que cantou, compôs, gravou e divulgou.
Muitas das suas composições foram tocadas e cantadas por muitos cantores e conjuntos famosos como foi o caso dos Beatles, dos Rolling Stones, dos Animals, do Elvis, entre muitos outros.
Morreu aos 90 anos,em casa, no passado dia 18.
E eu, fã incondicional destes pioneiros do rock como ele e o Little Richard, ainda não tinha deixado aqui a minha homenagem.
(desta vez até pareço o nosso querido Ricardo do Pacto ... deixo aqui uma série de canções do meu agrado que decerto conhecem; e a última Carol, o meu nome de guerra...)
Das mais belas canções de amor - já que estamos no mês do amor.
E que me desculpe o meu querido Nat King Cole, mas aqui terá de ficar em 2º lugar. Prefiro a versão Elis Regina...
E os meus amigos?
(Era esta a canção do genérico da novela Casarão que veio do Brasil a seguir à Gabriela e que representava uma intensa história de amor. Dá para se lembrarem? Uma maravilha!)
Mas esta foi a versão em que conheci esta linda canção aí pelos meus treze anos. Fiquei apaixonada . Foi uma verdadeira fascinação...
Em tempos uma das minhas canções preferidas. Com estas tiranias que aquele troll que ascendeu a presidente dos Estados Unidos tem prometido fazer - e até já começou a fazer - lembrei-me dos bairros de Nova Iorque com as suas comunidades variadas e veio-me à cabeça esta linda canção.
Nem é preciso dizer que a minha versão preferida é a do Cliff, se bem que o original tenha vindo da multifacetada música americana.
Vejam se se lembram. E se gostam. E qual preferem.
(East Harlem, também conhecido
como El Barrio ou Spanish Harlem, é um bairro em Manhattan na cidade de Nova
Iorque, no estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos. A maioria de sua
população é formada de latino-americanos. Harlem é uma das maiores comunidades
de predominância latina em Nova Iorque. A comunidade latino-americana cresceu
rapidamente após os anos de 1950 e ao final dos anos 60 já compunha a maior
parte da população.)
A minha pena era não haver, naquele tempo, cursos de Inglês e Francês na Faculdade. Nesse tempo, a matriz eram as filologias germânica ou românica. Só depois de 80 e tantos as filologias deram lugar às Línguas e Literaturas Modernas que permitiram licenciaturas de Inglês e Francês, que era o que eu gostava de ter feito. Too late!
Daí que tenha sempre gostado de canções que misturem as duas línguas.
Lembram-se de «Ma Belle Amie», de 1970? Lindinha... mesmo.
Para não falar da belíssima Michelle dos nossos saudosos Beatles. Desta lembram-se de certeza. Uma delícia.