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domingo, 9 de setembro de 2018

O carro dos noivos

Vi-o ontem aqui na rua e tive de o fotografar de tão lindo e tão amorosamente ornamentado.












Depois vi passar o noivo e o padrinho lá dentro, bem divertidos, que seguiam para a cerimónia. 

Que sejam felizes!

E aí lembrei-me de "outros", vai fazer, não tarda, 47 anos... 





Estavam bem felizes... :)

domingo, 17 de setembro de 2017

Coisas de antigamente

Não, não vou fazer concorrência ao excelente blog  Restos de Colecção. 

A questão é que fui ontem à festa do 20º aniversário do Museu Escolar de Marrazes, aqui em Leiria, que tem um acervo riquíssimo como já aqui mostrei e trouxe de lá mais umas recordações. 

Ora vejam:

Era numa como esta em que Fernando Pessoa escrevia


Eu usei uma pasta como esta na minha 1ª/2ª classe

Para as meninas aprenderem nas aulas de Lavores


Caderno de Desenho da Alumna Judith Augusta...


Prova de Calligraphia


Um caderno de problemas (ainda tive destes...?


Exame do 2º grau (4ª classe)




Uma Taboada


Uma Setecta Nacional de Litteratura Portugueza


Uma Grammatica Portugueza


Um Almanak Popular  do Anno de 1849


Uma foto de um Júri de Exames de 1932

Foto de uma classe de meninas com a sua professora s/ data


Muito interessante para se fazer História. Mas saudades... nenhumas!

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Já foi a Paris? Não? Então vamos lá...

Magnífico filme de 1920 rodado nas ruas de Paris. Tem monumentos, gente, hábitos, comidas e toda a finesse da belle époque. 

Vale a pena ver até ao fim. E depois, se não estiverem cansados da cidade das luzes, revejam-na numa versão mais atual ao som da inconfundível voz de Sinatra.









sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Ruínas

O poeta francês Chateaubriand «afirmou que todos os homens têm uma secreta adoração por ruínas. (…) O nosso fascínio pelas ruínas não se explica apenas pelas lições existenciais e históricas que encerram ou pela sua fealdade bela; […] não nos servem apenas de medida do tempo, como defendia Chateaubriand; […] contam mais do que a brevidade certa da existência. Haverá um núcleo secreto que nos atrai irresistivelmente para as ruínas e nesse núcleo encontraremos as histórias. (…) Estas histórias que só as ruínas podem contar dizem-nos que é possível reconstruir o mundo a partir dos escombros. Ao tempo do lamento e da meditação melancólica pelo que se perdeu, sucede-se o tempo da certeza feliz de que depois de nós virão outros, depois das nossas histórias outras histórias, depois das ruínas um mundo novo.»

(Bruno Vieira Amaral, in Ler, Verão 2015, pp 44-45)

Também eu sinto um enorme fascínio por ruínas. Antigas e menos antigas. Encantaram-me desde sempre as ruínas que se encontram nos jardins de Monserrate em Sintra – que trarei aqui proximamente.

Encantada fiquei quando, por mero acaso, encontrei as ruínas de uma velha igreja junto ao cemitério de Melides.


Sem qualquer placa identificativa, fiquei depois a saber que se trata das ruínas da igreja de Santa Marinha, de finais do século XV, inícios do XVI.















A fotografia abaixo foi encontrada na net decerto tirada quando a igrejinha não estava tão degradada como a encontrei em Agosto passado.




terça-feira, 2 de junho de 2015

Automóveis de há cem anos

Na «Leiria de há cem anos» também houve exposição de automóveis de há cem anos.





Há cem anos e hoje.
































Qual seria(m) o(s) vosso(s) preferido(s)?