sexta-feira, 8 de junho de 2018

O Templo Ecuménico Universalista





O Templo Ecuménico Universalista, em Miranda do Corvo, é uma peça que se integra num conjunto mais vasto de realizações da Fundação ADFP: Parque Biológico da Serra da Lousã - Espaço da Mente - Templo Ecuménico Universalista.

Inaugurado no dia 11 de Setembro de 2016 - passados quinze anos sobre os atentados de 2001 -  é um equipamento que procura ser uma peça dinâmica e significativa na criação de pontes entre as religiões e na difusão de uma cultura de paz promovendo valores fundamentais da humanidade e das religiões, como a Verdade, a Bondade e a Moral.

É um monumento dedicado à Paz que homenageia as vítimas dos fundamentalismos e da intolerância religiosa.


No interior da pirâmide, que tem a altura de 13,40 m que corresponde à dimensão do Templo de Salomão, encontra-se o Observatório das Religiões que disponibiliza ao visitante factos, dados cronológicos e informação sobre a história e evolução das 15 visões religiosas mais significativas.






Os sete caminhos da vida - os sete pecados mortais
 







Hinduísmo

Budismo


Celtas

 Endovélico, deus dos Lusitanos



Galileu

Maçonaria

O Labirinto dos Templários





A visita ao Templo completa-se com a visita ao Eco Museu e ao lindíssimo Parque Biológico da Serra da Lousã.

O passeio pode ainda ser entremeado com um almoço no ...




terça-feira, 5 de junho de 2018

Flores para alegrar o ambiente

No Dia do Ambiente, flores para alegrar ... o ambiente.


















«Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.»

Ricardo Reis

domingo, 3 de junho de 2018

De dieta


Boa semana e...
bons milagres...

sábado, 2 de junho de 2018

Ainda a criança


A criança está completamente imersa na infância
a criança não sabe que há-de fazer da infância
a criança coincide com a infância
a criança deixa-se invadir pela infância como pelo sono
deixa cair a cabeça e voga na infância
a criança mergulha na infância como no mar
a infância é o elemento da criança como a água
é o elemento próprio do peixe
a criança não sabe que pertence à terra
a sabedoria da criança é não saber que morre
a criança morre na adolescência
Se foste criança diz-me a cor do teu país
Eu te digo que o meu era da cor do bibe
e tinha o tamanho de um pau de giz
Naquele tempo tudo acontecia pela primeira vez
Ainda hoje trago os cheiros no nariz
Senhor que a minha vida seja permitir a infância
embora nunca mais eu saiba como ela se diz

Ruy Belo, in 'Homem de Palavra[s]'




quinta-feira, 31 de maio de 2018

Pensem nas crianças...

Pensem nelas e nas mulheres e nos homens e na violência deste mundo.

Façamo-lo com a ajuda da poesia de Vinícius e da voz também poética de Ney Matogrosso.



Bom dia da Criança

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Expo'98 - vinte anos depois

(O belo Parque das Nações)

Não fui daquelas pessoas absolutamente deslumbradas pela Expo. Se a visitei? Sim, fui duas vezes. Se gostei? Sim, claro, gostei muito. Mas completamente fascinada e com vontade de lá ir e voltar a ir e voltar a ir e voltar a ir, não.

Foi, de facto, um acontecimento em grande, daqueles que gostamos e precisamos realizar para nos reposicionarmos no mapa da civilidade e da civilização. Sempre com a ajuda do nosso magnífico mar que nunca nos falha e daquele maravilhoso estuário que banha Lisboa.

A requalificação da zona mais feia de Lisboa – Cabo Ruivo, Braço de Prata – com as indústrias mais feias e mais poluentes e os contentores amontoados desde sei lá quando foi uma maravilha. E para além dessa extraordinária e portentosa reconstrução, o Oceanário, o Pavilhão Atlântico, o Pavilhão de Portugal. O tema escolhido não podia ter sido outro – Os Oceanos – e que bem escolhido! A celebrar os 500 anos dos Descobrimentos – palavra que, na atualidade tem dado tanta controvérsia por causa – sempre – da estupidez do nosso temor pelo «politicamente correto»!

Tudo muito bonito, muito bem organizado, cheio de bom gosto e da mais pura inovação sem complexo das «tradições». Reposicionámo-nos no mundo. Demo-nos visibilidade e isso é que foi muito bom.

Mas ir a correr para lá como uma deslumbrada, não me deu para aí. As entradas eram caras: cinco contos de réis por pessoa – vinte contos para as quatro pessoas da casa (que não correspondiam aos atuais cem euros, nem pouco mais ou menos!) mais a deslocação e mais as refeições, ficava um bom bocado para quem ainda tinha as filhas e estudar e tudo. E cansativo: saída bem cedo aqui de Leiria para aproveitar o máximo, o estacionamento, as bichas (não, não me converti às «filas»…) para entrada nos pavilhões, as esperas, as longas caminhadas, aguardar pela noite para assistir ao fogo e tudo e tudo era de mais.

(Agora que tanto gostava de ir rever os Olharapos, não vou! «Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades».    (E tudo o que acontece, acontece em Lisboa!…)

Nesse tempo ainda eu não fotografava (complexos…), até porque ainda não havia as câmaras digitais por isso não guardo fotos determinantes dos melhores momentos, das exposições mais atraentes. Não posso esquecer porém, um episódio que agora só dá vontade de rir. O pavilhão de Itália tinha uns guardas fardados, daqueles jovens italianos lindos de morrer. Ora a minha filha mais nova, moçoila para os seus 18 anos, pediu-me para lhe tirar uma foto junto a um deles. E eu tirei… mas com tanto jeito que quase tapei o rapazinho todo com a pega da máquina… Nem queiram saber o que eu tive de a ouvir quando as fotografias vieram de serem reveladas…


Não havia nezezidade zzzz...

Aqui que já não era tão preciso, não me enganei...

O casal tão bem disposto...

Às armas!...

E eu com cara de ... parva...

sábado, 26 de maio de 2018

Isto sim, era um boxeur!

Passai lá um bom fim de semana e aproveitem para dar umas boas gargalhadas com o velho Charlot.