domingo, 8 de outubro de 2017

Parabéns ao nosso anfitrião!

Desta vez foi o Ricardo do Pacto que nos recebeu e bem na Casa do Alentejo para o nosso 6º Encontro de Bloggers.

Muitos já conhecidos e alguns "novos", mas todos bem divertidos. Comeu-se bem, bebeu-se também - sem faltar a habitual ginjinha de Óbidos que a Manu mandou - falou-se muito e rimo-nos ainda mais... Fomos muito "indisciplinados"...

Deixo aqui umas (poucas) imagens (in)discretas...





E, no fim, ainda recebemos presentinhos...



... e beijinhos...


Foi muito divertido (acho que já tinha dito...) e gostei muito de visitar o Palácio Alverca, onde está instalada a Casa do Alentejo. 

Quem vê a fachada não consegue imaginar a beleza que se encerra no interior. Ora vejam. (peço desculpa pela pouca qualidade das fotografias...)








(A Biblioteca, onde se realizou o almoço)

(O salão com palco, onde se dançava)

(Outro salão)

(A sala de refeições)

(A Taberna) 

(Mobiliário antigo)

(Outro belo recanto)










Não vos parece que o nosso anfitrião está de parabéns?

sábado, 7 de outubro de 2017

6º Encontro de bloggers

É amanhã. O 6º encontro de bloggers. Em Lisboa com almoço na Casa do Alentejo.



E eu vou!



É a segunda vez que nos encontramos na capital. O último foi em Braga; já teve lugar no Porto por duas vezes e duas vezes aqui no centro: em Monte Real e em S. Pedro de Muel.

Se tiverem curiosidade em saber mais acerca destes simpáticos encontros, visitem o blog do  "patrono" destes convívios, o Rui da Fonte - ele tem lá tudo!

Darei notícias do evento...


quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Viva a República!

5 de Outubro de 1910. 

Viva a República!!




Ai, pobre Zé Povinho, que tanto te engana(ra)m!

(imagens do Museu da República, Troviscais, Pedrogão Grande)

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Que belo exemplo!

Que o exemplo nos venha dos nossos amigos animais - no dia deles!





terça-feira, 3 de outubro de 2017

Dualidades...

Eu cá não tenho dúvidas que, com o feitiozinho que tenho, quando morrer, vou diretinha para o inferno.

Mas nem queiram saber a quantidades de pessoas boazinhas lá vou encontrar...

É mais ou menos o que o chinezinho nos quer dizer... :))




segunda-feira, 2 de outubro de 2017

O Coelhinho de Jorge Listopad

Foram poucos os textos de Jorge Listopad que li. Limitei-me a alguns textos dos muitos que escreveu para o Jornal de Letras.

Crítica mordaz, ironia fina, grande poder de observação das situações. Linguagem por de mais metafórica e irónica.

Mas o que eu nunca falhava era a leitura do Coelhinho que, infelizmente, há muito deixou de aparecer. 

Tinha este formato.





Leiam outros:

«O coelhinho, com expressão vitoriosa e sem saber bater à porta, invadiu a minha privacidade. Quis censurar a sua entrada de rompante, mas não me deu tempo e gritou: – Hip! Hip! Hurra! O Mundial acabou! Consegui preencher a caderneta toda! Colei 638 cromos de jogadores. Até troquei 3 Ronaldos sem caspa por 1 Cho Young-Hyung da Coreia do Sul e 2 Yacine Bezzac pelo raro Branko Ilic. Acabou! Vitória! E deixou-se cair sobre o sofá. Digo-lhe: Mas o Mundial só agora começou… 
De olhos semi-cerrados, respondeu:

 – Não sou nenhum palerma, não é o futebol que interessa, mas sim os cromos.»

..............................................

«O coelhinho muitas vezes fala consigo em voz alta. Foi anteontem que dizia:

 - É pena que não sejamos todos árabes. Vendo bem, não é tanta pena, porque já estamos batizados e prometidos ao nosso céu. Mas é pena porque se fôssemos todos árabes, podíamo-nos encontrar numa grande manifestação, que não se sabe como acaba, não num espaço diminuto como o Largo do Carmo, porém no Rossio ou na Praça da Figueira. Que primeiras páginas em todos os jornais! Caramba!

E assim dizendo, foi direito ao quiosque comprar o Financial Times.»


Jorge Listopad, homem de cultura, escritor, encenador, professor, checo, fixado em Portugal desde 1950, morreu ontem, aos 95 anos "sem dar por isso" - dizem.




domingo, 1 de outubro de 2017

Dia Mundial da Música

Da Música

A música derrama-se
no corpo terroso
da palavra. Inclina-se
no mundo em mutação
do poema.

A música traz na bagagem
a memória do sangue; o caminho
do sol: Lume e cume
de palavras polidas.

A música rompe um rio de lava
por si mesmo criado. Lágrima
endurecida
onde cabem o mar
e a morte.

Casimiro de Brito, in "Canto Adolescente"



«A música derrama-se no corpo terroso...»

Oiçam...