sexta-feira, 23 de setembro de 2016

E já só falta um mês!







Bloggers  inscritos:
(lindos meninos!!)
  

       Rui e Maria Helena Espírito Santo - Porto

   Graça e Sidónio - Leiria

   Clara - Braga

  Maria Araújo – Braga

   Ricardo Santos - Lisboa

   Gabi e Paulo - Porto

    Henrique e Raquel - Lisboa

  Luís Coelho e esposa - Leiria

      Adélia e Rodrigo - Marinha Grande

  Kok - Lisboa

   Teté e marido - Lisboa


Indecisos com quem é preciso "apertar":

Rui e Ana Pascoal (de Leiria) - diz que já é só meio blogger...

São Banza (do Barreiro) - diz que não tem transporte...

Heretico, o poeta (de Lisboa) - diz que está à espera das últimas modas...

Isabel Pires (a menina do Entroncamento que nos ofereceu o seu livro) - não me responde ao convite...

Manu (das Caldas, que anda sempre em viagem) - diz que talvez venha...

E a Janita, sabem se vem?

E o Rafeiro Perfumado, quem o contacta?

E a nossa novelista Elvira Carvalho (do Barreiro que diz que não sabe se estará lá ou em Lagos) quem conversa com ela e lhe oferece transporte?

E outros e outros - toca a contactar!!

São Pedro é lindo e a vista do Hotel sobre o Atlântico (normalmente em fúria...) é soberba!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Outono

Tenho andado a contar os dias até chegar o Outono para (voltar a) pôr aqui as minhas canções de fim de Verão que me acompanham desde a minha doce adolescência... Canções de amor e de adeus. Não saberia dizer quantas vezes ouvi Summer's gone pelo Paul Anka. Ainda guardo o single e não está riscado...







quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Desolação

Poema de um “retornado” muito anterior à saga dos “retornados” de África.


LISA

«Amor, que resta dos nossos sonhos?
Das lindas ilusões que criámos, que nos ficou?
Roubaram a nossa casa, estamos na rua, sem lar.
Quem cuida das tuas flores, quem dá esmola aos teus pobres?
Que vai ser dos nossos filhos?
… … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … … …
«Não sei, amor, não sei nada… mas não chorem
teus olhos por nós… juntos, choraremos por GOA».

                                                                              Teu
                                                                              Arnaldo

n/m Searaven, 18-12-1961

(epígrafe do livro “Tempo de falar – Diário da Invasão de Goa”, Bastos Martins)






(Vassalo e Silva, o último Governador de Goa, despede-se das gentes daquela colónia)

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Da resiliência

Há palavras e expressões com que embirro solenemente! Nem consigo dizer se embirro mais com a palavra ou com o conceito que ela suporta. Por exemplo: não me falem em «bom senso» nem em «cultura geral» que são expressões/conceitos que eu não suporto e nego à partida por serem vazias, por serem completas generalidades. Isto da psicolinguística tem muito que se lhe diga…

Uma palavra com que embirro solenemente é a palavra «resiliência». Aliás com todas as palavras/conceitos que se têm importado do âmbito da gestão. Também passei a embirrar solenemente com a gestão em geral desde que se tornou moda, pelo menos aqui entre nós, sempre tão abertos a receber e adotar tudo quanto vem dos States, a gestão de tudo! Desde 80, tudo se passou a gerir seguindo os passos da gestão de empresas: desde a vidinha do dia-a-dia até às emoções! Como se houvesse programação exata daquilo que se passa entre o cérebro e o coração! Como se houvesse gestão com programação e previsão de lucros no que nos pode acontecer nas simples 24 horas do dia!

Nem queiram saber o que eu «ralhei e barafustei» quando veio aquela moda apresentada por alguns professores das Ciências da Educação mais quadrados que defendia que «a Escola é uma empresa e como tal deve ser gerida»! E depois mais avaliações internas e mais análises SWOT, e mais benchmarking, e mais coaching, e mais o clima organizacional, o mais a assertividade e mais sei lá o que mais e lá vinha a bendita resiliência!

Falácias, quanto a mim e que me desculpem os modernaços que possam por aqui passar. Dirigi e vi dirigir escolas de grande prestígio sem nos atermos a estas pepineiras! Mas enfim! (A minha segunda pós-graduação, pelo ISCSP, foi toda ela neste âmbito mas olhem que me  foi bem penosa de fazer! Que seca!)

Ora tudo isto vem ao caso por causa de umas flores muito bonitas que a minha avó, que adorava plantas e tinha imenso jeito para elas, trouxe quando íamos de férias ao Algarve nos idos de 70. Não sei como se chamam, só sei que todos os invernos as arranco porque crescem como loucas e todas as primaveras elas renascem cheias de força e de viço e até, por vezes, com cores diferentes.

De dia fecham-se para se protegerem da intensidade do Sol que lhes bate em cheio; e, quando o calor aperta, quase murcham e desfalecem. Mas com o fresco do fim da tarde e o cair da noite, elas resplandecem, abrem-se e formam uns tufos de cor e de perfume maravilhosos.

Por tudo isto chamei-lhes flores resilientes…

Ora vejam! 








segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Poesia alentejana

Hoje deu-me para isto...


domingo, 18 de setembro de 2016

Folio - Festival Literário de Óbidos



Tem início no próximo dia 22, 5ª feira, e prolonga-se até ao final do mês a segunda edição do Festival Literário Internacional de Óbidos, este ano subordinado ao tema Utopia, em homenagem aos 500 anos de Sir Thomas More. Outras datas, porém, são consideradas como os 400 anos da morte de Shakespeare e de Cervantes, os 500 anos da morte de Bosch, os 100 anos da morte de Mário de Sá-Carneiro, os 100 anos do nascimento de Vergílio Ferreira...

A programação é riquíssima abrangendo diversas áreas artísticas desde a música ao cinema, às artes plásticas e à fotografia e da leitura à representação  e, naturalmente, a literatura. 


O festival contempla várias secções: o Folio Autor, da responsabilidade do escritor José Eduardo Agualusa. Estarão presentes autores brasileiros, angolanos, espanhóis, e muitos, muitos autores nacionais. As estrelas parecem ser o Nobel da Literatura 2001 V. S. Naipaul e Salmon Rushdie. 

O Folia, que é o “braço festivo” do festival, trata das artes em geral: música, fotografia, artes plásticas, cinema e recitais, e tem a também a seu cargo aulas de Utopia nas quais são estudados variadíssimos autores de entre os quais Camões, Pessoa, Saramago, Vergílio Ferreira, Ruy Belo, Shakespeare, Brecht…

O Folio Educa que lembra o valor da Literatura, da Leitura e da Literacia na Educação em sete dos treze dias do festival, integrando Oficinas para crianças e jovens alunos do ensino básico e secundário, Tertúlias para debate e reflexão dos educadores, bibliotecários, pais, e outros interessados, e Formação creditada para professores.

Vai haver exposições, feiras de livros e de alfarrabistas e abertura de novas livrarias.

A novidade é o comboio literário que parte de Lisboa no dia 22, às 10.25, e que regressa de Óbidos para Lisboa às 00.30. Ótimo para quem quer assistir à abertura do festival sem preocupações de levar carro. (10 euros ida e volta) Durante a viagem haverá leituras de poesia e prosa e, no regresso poderá lá adquirir o novo livro do Harry Potter.

De entre todos os eventos programados – e são muitos – as minhas escolhas vão para:

Dia 23, às 15.00, Hélder Macedo a falar sobre Camões;  e às 22.30, Concerto intimista de Sérgio Godinho com Filipe Raposo e Rui Horta;

Dia 24, às 11.00, José Gil fala sobre a utopia em Fernando Pessoa; e Feira de alfarrabistas;

Dia 26, às 15.00, Eduardo Lourenço fala sobre Vergílio Ferreira; e às 17.00 Filme a Balada da Praia dos Cães, apresentado por Ana Margarida de Carvalho.

Dia 27, às 15.00, Fernando Cabral Martins fala sobre Mário de Sá-Carneiro.


Façam as vossas escolhas aqui e, se puderem, vão até lá! 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Em modo fim de semana

O blog entra em fim de semana... Os "pestinhas" vêm ficar com os avós...




Bom fim de semana para todos!