Hoje deu-me para organizar fotografias - podia ter-me dado para pior.... E aí encontrei esta foto do «casal maravilha» do inverno de 72 uns meses depois de se casarem. Atentei e reparei - como nunca tinha reparado - que (passe a imodétia...) elegantes éramos!!...
"Com licença, com licença/ Que a barca se fez ao mar/ Não há poder que me vença/ Mesmo morto hei-de passar!" (António Gedeão)
domingo, 7 de junho de 2015
sábado, 6 de junho de 2015
A "nossa" Justiça
Mais uma absolvição - por nada se ter provado - para outros elementos deste laranjal à beira-mar plantado! Mais uma vergonha por que nos fazem passar estes "nossos" juízes que, no meu modesto entender, ou não conseguem desligar-se da educação clerical e subserviente que receberam em pequeninos ou então baixaram completamente a cerviz ao poder político. O que, em qualquer das hipóteses é muito mau.
Isto vem a propósito da notícia (mais uma «bomba») de ontem.
«João Rendeiro, antigo presidente
do BPP, Paulo Guichard e Salvador Fezas Vital foram hoje absolvidos da
acusação de burla qualificada em co-autoria. Rendeiro nem se deu ao trabalho de
ir ao Campus da Justiça. Está em Miami, como confirmou o seu advogado, José
Miguel Júdice.» - escrevia ontem Eduardo Pitta na sua página do facebook.
Absolvidos por um coletivo de juízes liderado por Nuno Salpico. Em comunicado, João Rendeiro fez saber que, "neste
momento de satisfação", o seu pensamento "vai para os clientes do
BPP" que, diz, "felizmente, em mais de 90 % dos casos já receberam a
totalidade dos seus patrimónios". Além disso, afirmou ainda que o Estado
"tem coberto o seu crédito de 450 milhões na massa insolvente do BPP. “. [PAGA, ZÉ!!! - digo eu!]
Grande amargo de boca nos deixam estas e outras (in)Justiça(s). Amargo de boca muito bem descrito por um sempre atento facefriend meu e cujo texto passo a transcrever.
«O Rendeiro que faz parte dos
grandes burlões do país e deixou centenas ou mais de um milhar de clientes sem
nada, enquanto fazia uma vida faustosa numa vivenda de grande luxo e área
coberta e de jardim na antiga quinta do Patinho, foi ilibado de qualquer crime
de burla. Roubou centenas de milhões de euros e ficou livre, podendo gozar o
produto do roubo nas Caraíbas ou noutro lugar paradisíaco.
O dono de uma pensão no Porto
ASSASSINOU um cliente com facadas no pescoço e na cabeça seguido de profanação
de cadáver levou apenas 12 anos de prisão que poderá ser reduzida para metade
se tiver bom comportamento prisional.
O Godinho das sucatas que não
matou nem feriu alguma pessoa, mas deu uns robalos ao Varas do PS e qualquer
coisa ao filho do Peneda, tendo sido provado que uma primeira acusação de oferecer
viaturas Mercedes de luxo era mentirosa, não adquiriu, não ofereceu e as
viaturas referidas não saíram nunca da Mercedes, mas como estava ligado ao PS
levou 17 anos de prisão, mais que o Vitor Jorge que matou sete pessoas na praia
do Osso da Baleia, incluindo a sua própria mulher e a filha, tendo ficado
apenas 14 anos na prisão e hoje é criado de restaurante em Nice.
Há juízes que deviam ser
condenados a penas de prisão por falta de imparcialidade e equilíbrio que roça
a patologia neuronal. A esquizofrenia anti-PS é tal que leva aos maiores
absurdos jurídicos nas sentenças lavradas.
E não esqueçamos que enquanto uns
são ilibados, outros condenados a penas menores por crimes gravíssimos, há um
preso sem acusação e que não é arguido há quase sete meses, José Sócrates.»
(DD, in facebook,ontem)
(
sexta-feira, 5 de junho de 2015
A notícia do momento
Todos sabem que a grande notícia do momento aqui no retângulo é a mudança daquele treinador de um lado para o outro da 2ª circular.
(Por mim, acho que tudo isto foi encomendado pelo "governo" para que o ZéPovo esteja entretido com estas larachas e nem se lembre das facécias com que eles - e os seus jornaleiros e comentadeiros a soldo - têm mimoseado o povinho, mas...)
Ora os motivos e as reações não se têm feito tardar e eu já tive acesso a alguns que vou passar a divulgar.
É que é espantoso de mais!....
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Hernando's Hideaway
Para esquecer as patranhas do "programa eleitoral" da espécie de governo que há quatro anos, voraz, se atirou «ao pote» e lá se quer manter;
Para esquecer os pezinhos de lã com que aquela espécie de presidente da República que temos já começou a fazer propaganda eleitoral pelo dito governo;
Para esquecer as trapalhadas que se acastelam lá pelo "meu" Sporting (até estou a pensar seriamente em voltar ao "meu" Belenenses do tempo de Algés...) com a drástica mudança de treinadores;
Para esquecer... para esquecer... para esquecer... lembro-me de músicas, de filmes, de alegrias de antigamente. Por exemplo, de como eram divertidos os musicais da Broadway (depois transformados em filmes) e tão bem montados, tão bem cantados, tão bem dançados...
Quem se lembra da vivacidade e da voz poderosa de Doris Day (ainda viva) que tantos filmes protagonizou desde os anos 40/50?
Hoje recupero a cena do tango Hernando's Hideaway do divertido musical The Pajama Game (1957), cuja protagonista foi Doris Day, se bem que não seja ela quem canta nesta cena.
Talvez não se lembrem, mas sei que vão gostar.
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Música Americana
quarta-feira, 3 de junho de 2015
A menina dança?
No tempo dos bailes da nossa juventude, em que os rapazes se dirigiam às raparigas pedindo-lhes para dançarem com eles a próxima música, havia um dito pouco cortês que usámos de brincadeira entre nós, que era assim: «A menina dança, ou já tem gajo?»
Não é que foi o que se me aflorou à memória ao ver esta foto (ridícula) de um momento do lançamento do programa eleitoral destes dois e que (hipocritamente) tem como tema «Portugal no caminho certo».
Nunca vi tanta hipocrisia e tanta mentira junta!!
terça-feira, 2 de junho de 2015
Automóveis de há cem anos
Na «Leiria de há cem anos» também houve exposição de automóveis de há cem anos.
Há cem anos e hoje.
Qual seria(m) o(s) vosso(s) preferido(s)?
segunda-feira, 1 de junho de 2015
No Dia das Crianças
Para celebrar este Dia das
Crianças, este ano trago umas sugestões de leituras para e sobre crianças que
podem, de alguma forma, ser interessantes para quem por aqui passar.
Primeiro, não posso deixar de referir o livrinho que a nossa amiga
poeta Lídia Borges lançou há meio ano e que teve a gentileza de mo oferecer
para os meus pequeninos – O Mistério dos
Sonhos Roubados – que é um convite aos mais jovens para aproveitarem as
delícias da leitura.
Começa assim:
«Chovia. Chovia sempre! Uma chuva
miudinha, pingabirrenta que obrigava o Rui a ficar dentro de casa. Ora, ora! Assim
as férias não prestavam para nada!
Já estava farto de jogar no
computador e de ver televisão. Metido no quarto, riscava com o dedo os vidros
embaciados da janela, enquanto se perdia nas lembranças das últimas férias de
verão. Divertira-se à grande com o primo Francisco que mora numa cidade, lá
para o Algarve. Deitou-se na cama preguiçosamente a recordar esses dias
passados na praia entre mergulhos, gelados, risadas e alegrias ensolaradas.
- Quem me dera estar agora com o
Francisco! – desabafou em voz baixa.
De repente, a cortar o silêncio
do quarto, como que por artes mágicas, ouviu-se uma voz que sussurrava:
- Ei… Ei…. Olha para aqui!
O Rui levantou-se de um pulo,
muito assustado.
- Não tenhas medo. Sou eu, aqui,
na prateleira de cima…»
Outra leitura interessante é O
Senhor Pina de Álvaro Magalhães que é uma enternecedora homenagem que o
autor faz ao poeta, jornalista, escritor Manuel António Pina desaparecido há
dois anos.
Começa assim:
«O senhor Pina queria escrever
uma história para a Ana e para a Sara, que fosse diferente e tão divertida que
pusesse as palavras na brincadeira. E, já agora, que não fizesse muito sentido,
ou que fizesse sentido de outra maneira.
Era terça-feira, que não era o
melhor dia para começar esse género de história, talvez de escrever poesia, mas
nunca se sabia. Por isso, ele espreitou para a rua pela janela do escritório e
viu um rapazinho a fazer o pino no meio da relva do jardim. Depois, veio outro
e fez o mesmo e a seguir um terceiro, que também tentou, mas desequilibrou-se e
caiu no meio de um canteiro.
O senhor Pina pôs-se então a
pensar num país onde as pessoas andassem todas de pernas para o ar. Era,
talvez, uma boa ideia para a tal história, apesar de ser uma terça-feira. Como pensaria
uma pessoa de pernas para o ar? Não o mesmo que pensaria se estivesse de pernas
para baixo. Com toda a gente a pensar como toda a gente, ninguém pensava nada
diferente.»
A minha terceira sugestão, de crianças tem apenas o título – Meninas, de Maria Teresa Horta, uma
série de contos de alguma forma ligados entre si cujas protagonistas são todas
meninas quase todas negligenciadas, quando não abandonadas e maltratadas, que
se entregam à imaginação, à magia ou à leitura salvadoras.
"Meninas que são ela, mas
que também são outras, inventadas ou recriadas, mas sempre reflexo do que se
tem feito ao longo dos séculos a quem nasce mulher."
(Sobre este grande pedaço de crua prosa poética falarei quando acabar de o ler.)
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