terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Prova dos professores

A sério que só apetece dar gargalhadas! O pior é que é triste de mais! Neste país (já) ninguém se entende – o que também não grande admiração com as “elites” que nos “governam”… 

São do conhecimento público – eu também já tenho referido aqui algumas – as imensas «cratinices» do ministro (C)rato. Hoje, porém, há que voltar à famigerada Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências a que os professores contratados têm de se submeter para o poderem ser. Então não é que o Conselho Científico do IAVE (Instituto de Avaliação Educativa), que pertence ao ME, veio hoje com um relatório em que defende que a prova de avaliação docente não é «válida e fiável» no objectivo a que se propõe, tendo como “propósito mais evidente” impedir o acesso à carreira docente?

Ganda bronca!! Eheheheh!! – Não vos parece que só dá vontade de dar gargalhadas?

Mas o mais divertido é que veio logo o Conselho Diretivo (CD) do dito Instituto afirmar que não se revê noparecer divulgado pelo Conselho Científico. Para o órgão directivo, o parecer “versa sobre considerações primordialmente de âmbito político” e “extravasa claramente as competências deste órgão [Conselho Científico], de cariz exclusivamente técnico-científico”.

Agora vejam o contrassenso! Se aquele órgão tem competências técnico-científicas, a quem se não a ele, compete avaliar a parte técnica e científica da dita prova?! O CD do instituto quer, a todo o custo, demarcar-se do que os outros disseram! Pois, pois, o respeitinho é muito bonito e o (C)rato gosta…

Eheheheheh…..




segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Grão de arroz

Tropecei hoje, sem querer, nesta canção que não ouvia há anos. É de 1954.
E lembrei-me que era daqueles pedaços de canções que a minha mãe me cantava, era eu pequenina...
Querem ouvir ou, sei lá, relembrar?




domingo, 4 de janeiro de 2015

Receita para a Alma de Portugal



O DN fez 150 anos em finais de Dezembro. É uma bela idade que foi sendo celebrada com várias iniciativas ao longo de algumas semanas que antecederam a data – 28 de Dezembro.

Fizeram um vídeo inspirado no poema de Fernando Pessoa «Ó Mar Salgado», a que deram o nome de “Alma da Portugal” – com um objectivo optimista e inspirador. Pensaram criar uma tinta imaginária que pintasse essa “Alma” rejuvenescida, mas como a produzir?

Foram fazendo experiências e acabaram por misturar os seguintes ingredientes:

  • 2 gotas de orvalho da Serra de Sintra
  • 1 dose de canela dos pastéis de Belém
  • 15 gotas do mar da Madeira
  • 1 frasco de fumo de sardinhas assadas
  • 14 gotas de água do Tejo
  • 4 gotas de café da Brasileira
  • 23 ml de um vinho do Douro
  • 9 raspas de sobreiros do Alentejo
  • 1 raspa de ardósia da Universidade de Coimbra
  • 15 gotas de água do Douro
  • 1 bocado de tinta da caneta de um escritor
  • 1 gota de suor de um pastor alentejano
  • 4 gotas de licor de medronho
  • 11 grãos de areia de uma das praias de Sagres
  • 1 raspa de giz do Liceu Camões
  • 1 frasco de vento da praia do Guincho
  • 25 pétalas de cravos vermelhos
  • 1 fio de azeite
  • 12 gotas do mar dos Açores
  • 1 raspa do palco do Teatro São João
  • 1 punhado de pôr do Sol do cabo da Roca
  • 1 gota de café do Majestic
  • 5 gotas de ginjinha de Óbidos 

Poderão ver o vídeo no seguinte link:



sábado, 3 de janeiro de 2015

Cratinices

Sabemos que esta espécie de governo que nos calhou em sorte por culpa e descuido de muitos portugueses governa contra o povo, contra o país, contra a Constituição, contra a ética e a solidariedade sociais, contra os velhos, contra os reformados, contra as crianças, contra os diferentes. Cortaram complementos solidários a idosos, abonos de família e complementos a deficientes.


Ficámos entretanto a saber que, pelo menos, oito colégios particulares de ensino especial não abrem na próxima segunda-feira por dificuldades financeiras por pagamentos em atraso por parte do Ministério da Educação.

Já antes tinham vindo a cortar nos professores e técnicos de apoio até nas escolas de referência com unidades de ensino integrado.

E é por isto que me vejo forçada a concordar com tudo o que Santana Castilho (que, em tempos, muito se pôs em bicos de pés para tomar o lugar de ME neste “governo” notando-se-lhe sempre um certo “ressabiamento” nos seus escritos) escreveu no seu artigo de fim de ano no Público, nomeadamente no que toca à atuação do ministro da Educação.


          Diz ele:
  • «Em três anos e meio desta legislatura foram retirados ao financiamento do ensino público 3.294 milhões de euros e despedidos colectivamente 30.464 professores. O ano de 2014 destaca-se do conjunto por ter exacerbado os dois ódios de estimação de Nuno Crato: a escola pública e a Ciência, onde, de uma penada e com uma avaliação trapaceira, foi liquidado o trabalho criterioso de Mariano Gago.»
  • «Quando (…) Nuno Crato aceitou que o ensino público fosse penalizado com mais um corte de 700 milhões de euros no orçamento de Estado de 2015, logo se apressou (portaria n.º 269/2014 de 19 de Dezembro) a garantir que o financiamento público do ensino privado não fosse beliscado com qualquer corte.»
  • «Quando alunos e professores sofriam com o escândalo do pior lançamento de ano lectivo de que guardamos memória, o responsável primeiro por tanta incompetência saiu de cena. Foi para Milão, para uma reunião informal sobre… telecomunicações. Remake de pequena monta do que já havia feito aquando da sétima avaliação da troika, altura em que se ausentou três semanas. Coisa de somenos se comparada com as quatro voltas ao mundo que deu no ano em apreço. Nada, se tivermos em vista que em estudos e pareceres gastou por mês mais que um milhão de euros.»

E, depois de se estender por mais uma boa quantidade de parágrafos sobre o empobrecimento brutal da maioria dos portugueses que «serviu só para pagar juros, sem que um cêntimo tenha sido abatido ao montante da dívida» termina apelando para o renascer do «orgulho profissional dos docentes» fazendo o seguinte voto: «Que os professores se consciencializem de que o poder, particularmente o opressivo, só se exerce sob consentimento daqueles que lhe obedecem.»

(É verdade: por onde anda o Mário Fenprop«f?!...)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Primeiro sorriso do ano


Pode ser confirmado por qualquer um já este fim de semana!...





quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Dia Mundial da Paz?




A violência, a repressão, a guerra e o terrorismo crescem por todo o mundo, mas com grandes doses de hipocrisia (ou apenas com boas intenções, sei lá!) no primeiro dia de cada Ano enchemos a boca com a palavra Paz!

o Lennon pediu que se desse uma oportunidade à Paz e acabou assassinado à porta de casa... 



quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Wish you a rainbow!

Com os mais sinceros votos de Bom Ano - Melhor Ano, e Wishing you all a rainbow and a star and roses,  aqui deixo o belíssimo tema do trágico filme dos anos 60, «Flor à Beira do Pântano», com a lindíssima e malograda Nathalie Wood e o meu querido Robert Redford.

Desejo-vos mesmo um arco-íris, uma estrela e rosas para o Novo Ano que se inicia dentro de poucas horas.

Querem ouvir/ver?





«Wish me a rainbow and wish me a star,
All this you can give me wherever you are;
And dreams for my pillow, and stars for my eyes,
And a masquerade ball where our love wins first prize.

Wish me red roses and yellow balloons,
And carousels whirling to gay dancing tunes;
I want all these treasures, the most you can give,
So wish me a rainbow as long as I live.

All my tomorrows depend on your love,
So wish me a rainbow above.

Wish me red roses and yellow balloons,
And carousels whirling to gay dancing tunes;
I want all these treasures, the most you can give,
So wish me a rainbow as long as I live.

All my tomorrows depend on your love,
So wish me a rainbow above.»