terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Bolonha (1)

Primeiro fim de tarde em Bolonha.


Praça de Neptuno

Fonte de Neptuno 

Palazzo Re Enzo
onde se realizava uma exposição de artesanato




Palazzo Re Enzo (interior)

Podemos percorrer toda a cidade debaixo de arcadas e fácil é encontrar pesadas portas de madeira ou belos portões rendilhados que dão acesso a encantadores pátios ou ricos palácios medievais.







Uma fina iluminação de Natal

A esplendorosa Torre Garisenda
(uma das 180 torres que terão existido na Bolonha antiga)

Junto à torre a estátua a San Petronio
um dos patronos da cidade

(Se tiverem paciência, amanhã voltarei com outra variedade de fotografias desta bela cidade.)

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Voltei!



Bolonha é linda! 
Os italianos são lindos! E simpáticos!
São um povo vivo e alegre.
Enchem as ruas e as lojas que se pegam umas às outras mesmo nas ruas mais laterais mas falam em crise.



Se eles estão em crise, nós estamos de joelhos...

Ainda não tenho as fotografias escolhidas (nem a mala desfeita...) é que tive o almoço de Natal daquelas amigas de sempre para troca de prendinhas. E sempre que nos encontramos são horas de conversa e de risota...






quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Bolonha, here I go!




No próximo sábado vai a inaugurar o Projecto Campogrande Concept em Bolonha, Itália,  a favor da organização Save the Children em que se apresentam telas de vários pintores italianos, portugueses e suíços.

Uma das curadoras da exposição é a portuguesa Genoveva Oliveira...




... que convidou a nossa amiga Clotilde Fava a apresentar um inédito.




E é este inédito e a autora que eu tenho de acompanhar até Bolonha... Afinal é para isso que servem os amigos: para os acompanhar em todas as ocasiões...




Por isso, Bolonha, here I go!!!

Arrivederci!!!


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Este é o meu Zé!

Este é o meu Zé!



E faz hoje cinco anos! Um homem!!

Tem sido um verdadeiro dia de festa! Senão vejam:

  • Um bolo para lhe cantarem os parabéns na escola:



(Inspirado no Dusty)

              E as prendinhas para os colegas a condizer:


Chupas embrulhados em cartolina.
(Habilidades da mãe)

  • Um bolo simples para festejar na aula de Trampolins:





  • E por último, mas não em último, outro bolo para a família próxima (já estou a caminho...)





Parabéns, meu querido! Possa a tua vida ser uma constante festa!


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Tantas perguntas sem resposta!


Depois de termos todos (ou quase todos, claro!) sido votados à qualidade de pobrezinhos, chegou a vez de nos vermos forçados a sermos todos muito bonzinhos. Vem-me à cabeça os ensinamentos de bondadezinha e de caridadezinha para com os pobrezinhos que nos queriam impor nas aulas da Mocidade e da catequese de que, não sei como, consegui fugir nos idos de 60.

Ontem tive de ir a um supermercado fazer umas compras de última hora e lá estava a falange das voluntárias com os sacos do Banco Alimentar. Lá aceitei um pouco contrariada já que não posso deixar de pensar nos trezentos euros que todos os meses me descontam para uma tal taxa de solidariedade que, com este nome, deveria ajudar (com os mais euros que mensalmente são subtraídos a todos os reformados do país) a cobrir as faltas dos cada vez mais necessitados.

Quando cheguei à caixa para pagar, perguntam-me se quero arredondar para ajudar. «Não! Já chega!» – Isto depois de, no dia anterior, me terem querido vender, à porta da farmácia, umas não sei que coisinhas para ajudar as crianças deficientes e no dia atrás ter sido abordada para contribuir para um peditório para os bombeiros!

Mas em que país vivemos? No país da mão estendida? Depois de nos subtraírem tudo o que podem e não podem até quase a vontade e a alegria de viver vêm sacar-nos o resto apelando para a nossa bondade (e mais profundamente para o nosso temor) em nome de uma solidariedade que os “nossos” sacadores não sentem nem propiciam?

São as recolhas para o Banco Alimentar, são os livrinhos da Leopoldina, são os CD cuja compra revertem para não sei que instituição, são os constantes peditórios… E quanto ganham os supermercados com estas campanhas? E porque não fazem campanhas solidárias junto daqueles 10% de portugueses abastados que este anos ficaram ainda muito mais abastados? E o governo para que serve? E o que fazem com o rendimento das muitas taxas de solidariedade com que forçosamente contribuímos?


É que, enquanto se exploram os sentimentos de piedade e de temor dos menos esclarecidos da população, vai-se criando uma bolha de medo e de submissão no povo e vão-se poupando mais umas quantias que poderão ser postas à disposição sabe-se lá de quê!



domingo, 1 de dezembro de 2013

Restauração






 (Imagens do Lisboa Story Centre)
                                    

Quando é que os atuais Migueis de Vasconcelos serão atirados da janela abaixo?!

Quando poderá acontecer um outro Dia da Restauração?

sábado, 30 de novembro de 2013

What will tomorrow bring?







Nobody will ever know! (Ninguém alguma vez o saberá.)

Foi já há 79 anos!