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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Hoje deu-me para a saudade...

Quem é que da «rapaziada da minha idade» não se tem boas recordações dos Shadows e de Cliff Richard? 

Um velho amigo (daqueles bons velhos tempos) enviou-me esta interpretação de 1984 da linda canção «The next time» do filme musical «The Young Ones» de 1962.

Mas depois "apareceu" a ainda mais bela canção «Visions» e não resisti... 

Querem ouvir?








quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Tempo de Fantasia

O Natal é também tempo de fantasia, de luz, de imagem, de cor. Faz lembrar a fantasia do cinema com toda a sua utopia, a imagem, a luz, a cor, o sonho.

Foi assim que me lembrei de deixar aqui um pouco da fantasia alegre que o cinema nos permite e nos transmite, ao som desta bela canção Dream a little dream of me.  

Trata-se de uma cena do filme French kiss, uma comédia romântica dos anos 90. A canção, porém, - linda de morrer - foi composta nos anos 30 do século passado e teve, ao longos das décadas, interpretações excelentes desde Ella Fitzgerald, a Sinatra, Nat King Cole, Doris Day, The Mamas and Papas, até Michael Bublé ou a bem apreciada (mas não por mim...) Diana Krall.




Poderão querer apreciar a versão Ella/Louis Armstrong. 





Entretanto, nada de tristezas, façam por viver a fantasia do Natal!



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Que lindo dia!!

O tempo tem estado vestido de primavera. Os entendidos dizem que «vamos pagar isto bem caro» e eu acredito. Nada de geada pela manhã, nem de "acentuado arrefecimento noturno". Uma primavera com dias mais curtos. 

Esta manhã, puxei os estores e o Sol irrompeu, brilhante, pelas vidraças e quando cheguei cá abaixo e abri a porta ao meu neto, senti aquele aroma meio seco que chega com as temperaturas amenas... 

E aí veio-me à lembrança a quadra daquela canção que por vezes dizia aos meus alunos:

«Oh what a beautiful morning!
Oh what a beautiful day!
I've got a beautiful feeling,
Everything's going my way!»

Só não é verdade que «tudo esteja a correr à minha medida», mas enfim...

A canção é de um filme musical que muitos dos meus amigos não conhecem porque é de 1955, ano em que ainda nem pensados estavam! Era o filme «Oklahoma» que foi decalcado na peça musical do mesmo nome dos anos 40 que pretendia mostrar as delícias do campo e da vida num rancho. Mas... aqui está a canção do filme.





Ou será que preferirão a versão de palco?




terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Un Homme Et Une Femme

Foi um amigo que me enviou o tema que me transportou aos anos da música e dos filmes franceses, dos anos da entrada na Faculdade, dos anos da chegada de um novo amor. 

Muito lindo o tema, bem como toda a banda sonora. 
Muito romântico o argumento do filme, naquele registo muito próprio do cinema francês e nas interpretações bem datadas de Trintignant e de Anouk Aimée. 

Depois de assistirmos à última cena que tem como pano de fundo o tema musical principal, dá vontade de dizer: «o amor é uma coisa maravilhosa!»...






Outra cena do filme que não resisto a passar dados os comportamentos da época, agora tão reprováveis e com outro tema musical bem bonito «L'amour est plus bien fort que nous».Muito bonito!





sábado, 31 de outubro de 2015

Bewitched

Em noite de bruxas, nada como recordar a série que passava por cá nos primeiros anos da televisão no nosso país - «Casei com uma feiticeira»! «Bewitched» no título original.

Quem se lembra?

A bela Samantha que fazia os feitiços abanando o seu lindo narizinho.




A mãe, a velha bruxa Endora que não gostava nada do genro, o Darin, porque era apenas um humano.



E que se "vingava"  assim...



O tio Arthur, bruxo também, mas que se enganava nos feitiços...




Bem divertidos estes pequenos filmes!


Feliz Noite das Bruxas!!


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Che luna!

Acalentam-nos as esperanças e depois a deceção é enorme! São os jornalistas e são também os astrónomos (ou «cientistas malucos» como eu gostava de chamar a um querido colega das Ciências que, lá na “minha” escola, ganhou um prémio chorudo num concurso do programa Ciência Viva que deu para se comprarem uns telescópios bem bons ao serviço da escola/comunidade) que nos prometem que vamos ver uma enorme «chuva de estrelas», ou um eclipse do Sol, ou a cauda de determinado cometa e depois pouco ou nada conseguimos bispar…

Há dias prometeram-nos que poderíamos ver, a olho desarmado, Vénus e Marte brilhando juntamente com a Lua Em quarto crescente. E aí estivemos nós, de nariz no ar, a passar o céu a pente fino e, a única coisa que vimos com toda a certeza (para além de uns pontinhos mais brilhantes lá longe) foi mesmo a lua com um imenso halo em redor onde se reflectia todo o espetro das cores primárias. Lindo de mais!

E sabem do que me lembrei? Daquela super romântica música italiana «Che luna! Che mare!» (Forget Domani) que fazia parte da banda sonora do filme «O Rolls-Royce Amarelo» (1964).


Vamos ouvir? É que podemos rever aquele homem lindo que era Alain Delon...




Depois há a versão de Frank Sinatra com aquela voz de astro que nos chega à alma…




sábado, 15 de agosto de 2015

Somewhere Over the Rainbow

15 de Agosto de 1939 - estreia do filme  "The Wizard of Oz" (O Feiticeiro de Oz) de Victor Fleming.

Relembremos a lindíssima canção "Somewhere over the Rainbow" (só o título é uma maravilha!) na excelente voz de Judy Garland.




sexta-feira, 3 de julho de 2015

Da arrogância

Lembrar-se-á a “rapaziada” da minha idade que se passeava pela Baixa lisboeta nos idos de 60/70/80 da Loja das Meias e da arrogância, da sobranceria, (da falta de educação, digo eu) das empregadas – simples caixeiras como se dizia à época – que por lá se moviam. Olhavam para nós, nos tempos da Faculdade, de cima para baixo e faziam os possíveis por atender-nos mal porque achavam que estavam ali apenas para atender gente rica, de família. Era um tique dos tempos da ditadura.

(daqui)

Pior mesmo só o mau/péssimo atendimento a que nós, portugueses, éramos sujeitos nos hotéis e restaurantes do Algarve nos anos pós-Revolução. Tiveram de passar duas décadas ou mais para que no «reino dos Algarves» nos tratassem (mais ou menos) ao mesmo nível dos estrangeiros.

Bem ou mal, esses comportamentos já não são (tão) habituais nas pessoas que atendem nas lojas, nos hotéis e, de certo modo, até nas repartições públicas!

Daí o meu espanto, a minha estupefação, a minha perplexidade, quando um dia destes fui ver as promoções na Zara Home aqui em Leiria. Escolhi umas peças e dirigi-me à caixa para proceder ao pagamento. A menina (para não dizer “a fedelha”…) que estava do lado de lá do balcão estava algo crispada porque tinha de responder a umas perguntas que uma colega que atendia outra cliente.

Eu esperei assertiva, até porque tenho a maior consideração pelo trabalho dos outros. Entretanto “a minha menina” repetia, ríspida, as perguntas da colega pelo intercomunicador sobre a existência ou não existência de umas peças em armazém. Por fim lá olhou para mim e eu pude enfim perguntar-lhe se não haveria toalhas pequenas da coleção das grandes que eu levava. Aí, a “menina” fez uma pergunta retórica – sabe lá ela o que isso é…. – «De bidé? Não temos!»

E, no seu ar crispado, de mau humor e sempre de nariz arrebitado, lá me fez o favor de fazer a conta e de meter as compras num saco.

Do alto da simplicidade de quem até ainda usa toalhas de bidé nas casas-de-banho, apeteceu-me dizer-lhe: «Olhe, querida, não é o facto de ter os olhos muito pintados e longas unhas de gel que faz de si uma boa profissional.» Mas não disse…

Atender o público é tarefa árdua, eu sei. Mas um pouco de educação e de formação pessoal deve ser requerida.


Ou então passem-lhes o filme «Dogville» nas aulas de formação… é que o rimmel e as unhas de gel só por si não chegam.


domingo, 21 de junho de 2015

O dia mais longo

Celebra-se hoje o solstício do verão no hemisfério norte: entra o verão e é o dia mais longo do ano. 

A propósito lembro-me sempre do filme O Dia mais Longo que passou aí por 62. Daqueles filmes inolvidáveis pela temática, pelas interpretações, pela força, pela emoção. Afinal ainda nem vinte anos tinham passado sobre o segundo evento mais mortífero em meio século na Europa.

E é importante que não o esqueçamos! Porque, num mundo perigoso e arrepiante como é aquele em que atualmente vivemos, não podemos garantir que não volte a acontecer.

Fica a música, por de mais conhecida - uma marcha vigorosa e de esperança - nas suas versões americana e francesa.








domingo, 8 de fevereiro de 2015

A flor do cato

A vizinha deu-me uma haste de um aloé e eu lá a pus num vasinho. Com o meu pouco jeito para jardinar, o cato lá se foi mantendo e dando mais uma ou outra haste. Depois mudei-o para um vaso grande, mas lá em cima à torreira do Sol e à intempérie penso que nunca foi muito feliz... Este inverno, porém, ao fim de muitos anos, resolveu dar flor e fiz-lhe uma festa!



Lembrei-me, a propósito, do filme A Flor do Cato, uma comédia romântica, como se diz agora, que vi em finais de sessenta (1969) e que deu para rir a bom rir. Fui ver porque era protagonizado pela belíssima atriz Ingrid Bergman que era das minhas muito favoritas artistas.

Alguém se lembra?



Veja-se o cato ainda sem flor







E, por fim, o cato já com uma pequenina flor...
Atenção que a flor do meu cato nada tem a ver com a simbologia que carregava esta pequenina flor... do cato!

Muito boa semana!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

She

Uma das canções mais belas de sempre - She

A excelente versão de Charles Aznavour gravada em 1974





Em 1999, Elvis Costello gravou a deliciosa canção para o filme - também delicioso - Notting Hill.




Difícil escolher, mas... qual das versões preferem?

sábado, 24 de janeiro de 2015

Violetas e violeteras

Tem sido um fenómeno mundial este da Violetta, a série argentina coproduzida  pela Disney e que traz as miúdas todas loucas por esse mundo fora. O grupo tem realizado concertos por essa Europa fora com milhares de fãs femininas que, ululantes, cantam e dançam ao som daquelas musiquinhas  que não devem usar mais do que duas ou três notas das muitas existentes na pauta.

Este fim de semana foi a vez de virem a Lisboa fazer não sei quantos concertos em apenas três dias. Têm sido enchentes. O país de Norte a Sul tem despejado milhares de miúdas para o Pavilhão Atlântico.

A minha neta também recebeu pelo Natal bilhetes para ir ver a Violetta. E ontem, depois de dias de louca expectativa,  lá arrancou os pais das suas vidas para irem com ela para Lisboa assistir ao concerto.

Deixo aqui uma pequena amostra da Violetta para os meus amigos que possam não conhecer esta moda.





E, a propósito de Violetta e de violetas - que são das minhas flores preferidas - lembrei-me de La Violetera, uma canção do filme espanhol do mesmo nome de 1958, cantada pela  (afetadíssima) Sarita Montiel - quem se lembra dela? Só mesmo a «miudagem» da minha criação...

Vejam a cena do filme em que a artista canta La Violetera e, se estiverem para isso, reparem nas transformações nas apresentações em palco que se deram no espaço de 50 anos!




sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Lembram-se de Jessica?

Em pleno centro histórico de Leiria, vi hoje esta maravilha.





E não é que me veio à memória um velhinho filme italiano que passou em 1962, Jessica, para grande escândalo deste país de velhos cinzentos e clericais que o classificaram para maiores de 17 anos, só porque mostrava uma jovem que montava uma lambretta em calções?... Eu cá, como era alta e assim, consegui ver o filme tendo ainda 14 anos...




Vasculhei a memória mas não consegui lembrar-me da música do filme. Passou-me pela ideia o "grande" Marino Marini e o seu quarteto - lembram-se?



E logo depois recordei o belíssimo filme "A Ultrapassagem" - Il Sorpasso - com o bem louco Vittorio Gassman, também dessa época...


... com aquela música louca que era o twist...



Belos tempos!! 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Wish you a rainbow!

Com os mais sinceros votos de Bom Ano - Melhor Ano, e Wishing you all a rainbow and a star and roses,  aqui deixo o belíssimo tema do trágico filme dos anos 60, «Flor à Beira do Pântano», com a lindíssima e malograda Nathalie Wood e o meu querido Robert Redford.

Desejo-vos mesmo um arco-íris, uma estrela e rosas para o Novo Ano que se inicia dentro de poucas horas.

Querem ouvir/ver?





«Wish me a rainbow and wish me a star,
All this you can give me wherever you are;
And dreams for my pillow, and stars for my eyes,
And a masquerade ball where our love wins first prize.

Wish me red roses and yellow balloons,
And carousels whirling to gay dancing tunes;
I want all these treasures, the most you can give,
So wish me a rainbow as long as I live.

All my tomorrows depend on your love,
So wish me a rainbow above.

Wish me red roses and yellow balloons,
And carousels whirling to gay dancing tunes;
I want all these treasures, the most you can give,
So wish me a rainbow as long as I live.

All my tomorrows depend on your love,
So wish me a rainbow above.»

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

AL DI LA

O nosso amigo blogger Professor João Paulo Oliveira surpreendeu-me ao dedicar hoje esta bela canção romântica a todas as suas amigas do facebook entre as quais me encontro.

Um gesto de tão grande simpatia merece ser divulgado e agradecido publicamente, por isso me lembrei de deixá-la aqui e dedicá-la a todos os meus amigos bloggers. Os mais velhos, a rapaziada da minha criação, devem lembrar-se bem dela e por certo dançaram muitas vezes na sua toada; os mais novos vão também gostar de a ouvir.

Trata-se da canção Al di la do filme «Rome Adventure» - não sei como se terá chamado em português porque não me lembro de o ter visto - de 1962, com o Troy Donahue, a Angie Dickinson e a Suzanne Pleshette. Da canção, porém, lembro-me muito bem!




"Let's look at the trailer!" - dizia o inimitável Herman José a imitar o realizador Lauro António (a quem chamava «Lauro Dérmio...) - e eu digo o mesmo: se quiserem rir um pouco vejam o trailer.




sábado, 29 de novembro de 2014

Um dia de Sol!

Que bênção, depois de dias e dias de chuva, acordarmos com um dia de Sol!

Já aqui deixei dito que muitas vezes me vêm à cabeça clarões de músicas da minha juventude e foi o que aconteceu hoje de manhã: le soleil... Gilbert Becaud - inícios de 60. Linda, linda a canção!

Felizmente há YouTube ... e olhem só o que encontrei: uma passagem de um filme de 1960, de nome Plein Soleil, protagonizado pelo meu muito apreciado Alain Delon , novinho, novinho e lindo! Não sei qual o nome do filme em português nem me lembro de o ter visto. 

Mas lá estava a bela canção de Becaud... 

Querem ouvir?




A lindíssima "moçoila" que contracenava com o menino bonito do cinema francês da época era a Marie Laforet que também era cantora. 







sábado, 1 de novembro de 2014

A Balada de Bonnie and Clyde

Por falar em filmes "daquele tempo", uma década depois de «Gata em Telhado de Zinco Quente» que "vimos" ontem, quem se lembra de ter visto «Bonnie and Clyde» com a belíssima Faye Dunaway e o galã Warren Beatty?

Ora vejam se se lembram.





Soube hoje pelo Henriquamigo da Travessa do Ferreira que já estão a filmar a versão portuguesa e o cartaz até já foi lançado.




E porque hoje é sábado, ainda deixo aqui a Balada de Bonnie and Clyde, na versão original dos bons velhos anos 60.


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Dos pares mais bonitos de Hollywood

No tempo em que o cinema era rei e em que os cinemas eram edifícios respeitáveis e elegantes com salas amplas e brilhantes de luzes e o flagelo das pipocas não tinha ainda sido instituído, o nosso sábado à noite era muitas vezes gasto em idas ao cinema. 

Porque hoje é sábado, convido-vos a rever um dos pares mais bonito de Hollywood.






Um dos filmes mais marcantes dos anos 50 e um dos filmes da minha vida. Todos se lembram do título, não é verdade?

Bom fim de semana e, já agora, bons filmes.

sábado, 25 de outubro de 2014

Audrey Hepburn

Aconteceu aparecer-me há pouco . pela frente uma fotografia de uma das minhas artistas preferidas de sempre. Vi muitos filmes protagonizados por ela e sempre a achei linda e finíssima. 


Podia deixar aqui uma das muitas músicas belíssimas do seu filme mais emblemático (e que nós cá em casa vimos e revimos vezes sem conta) - My Fair Lady.

Prefiro, porém, desejar-vos um bom fim de semana com o suavíssimo Moon River, do amoroso filme Breakfast at Tiffany's, em português Boneca de Luxo.




domingo, 19 de outubro de 2014

Mambo italiano

Para quem gosta de dançar e de música com algum ritmo, deixo-vos esta belíssima canção que fez, com muitas outras, as minhas delícias nos idos de 50, quando ainda não havia televisão em Portugal e se ouvia muita rádio e se ia bastante ao cinema. Ainda morávamos em Algés, o cinema (Stadium) era ali a uns duzentos metros de nossa casa e ainda não havia escalões etários de acesso aos filmes. Delirei com esta música e com a dança. Teria eu uns sete anos...

Vejam a sensualidade com que era dançada e como a protagonista (uma senhora que recentemente fez 80 anos) era elegantíssima nas suas formas redondas, tão fora de moda hoje em dia.

Enjoy...





Boa semana!